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Publicado em 28 de jan de 2016. O novo boletim divulgado nesta quarta-feira (27) aponta também que 270 casos já tiveram confirmação de microcefalia, sendo que 6 com relação ao vírus Zika. Outros 462 casos notificados já foram descartados. Ao todo, 4.180 casos suspeitos de microcefalia foram registrados até 23 de janeiro.

Empresários poderão contratar soluções tecnológicas pela plataforma do PTV Paraná


O Comitê Gestor Central do Parque Tecnológico Virtual do Paraná (PTV Paraná) apresentou a plataforma PTV Core. O instrumento de busca permite que empresários paranaenses, a partir de 2018, informem suas demandas tecnológicas e conheçam as instituições mais adequadas para solucioná-las. O PTV Core também conta com espaço colaborativo, mapa dos ativos tecnológicos no Paraná, acesso ao Currículo Lattes dos pesquisadores além de ferramentas para aplicativos móveis (Facebook e Google).

O programa PTV Paraná busca atrair e fixar empresas de base tecnológica em todo território paranaense, reunindo projetos e iniciativas, com ações em universidades e instituições científicas e tecnológicas que fomentam a inovação no Estado. A plataforma PTV Core reúne mais de 13 mil ativos tecnológicos, distribuídos em 62 cidades de todas as regiões do Paraná. Os ativos são divididos em sete categorias: Pessoas, Organizações, Programas e Incentivos, Projetos e Iniciativas, Produtos, Propriedade Intelectual e Serviços.

A partir de 2018, a plataforma vai oferecer a ferramenta "mercado tecnológico", com a qual empreendedores, empresas, universidades e instituições científicas e tecnológicas poderão buscar e ofertar soluções. “Quem está se reunindo na plataforma poderá trocar informações e contratar soluções para gerar inovação no Paraná. A plataforma também é ideal para acompanhar o desenvolvimento em boa parte dos municípios”, afirmou o diretor-presidente do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) e responsável pela secretaria executiva do programa, Júlio C. Felix.

Outras novidades previstas na iniciativa é a integração com a Plataforma Lattes, disponibilizando o currículo dos usuários e facilitando as parcerias em um espaço de trabalho virtual, a utilização de aplicativos moobile como Facebook e Google além do chat e calendário visando organizar o desenvolvimento dos projetos.

O secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Carlos Gomes, destaca que a ferramenta é importante por reunir agentes públicos e privados em busca do desenvolvimento de cada região do Paraná. "Com a plataforma do PTV Paraná pesquisadores e empresários de todas as regiões se encontram para gerar inovação. O envolvimento do poder público, das empresas, das entidades de fomento e das nossas universidades deve impulsionar o empreendedorismo, gerando emprego e renda em todo o Estado", afirmou.

Plataforma
O PTV Paraná centraliza os ativos tecnológicos e processos de negócios em uma plataforma única, reunindo instituições científicas e tecnológicas (ICT), núcleos de inovação tecnológica (NIT), empresas inovadoras de base tecnológica, incubadoras e parques tecnológicos, centros de promoção de empreendedorismo, entidades prestadoras de serviços técnicos e tecnológicos, instituições de ensino e pesquisa e as prefeituras municipais.

Cada instituição pode se cadastrar e catalogar seus programas de financiamento à inovação e seus projetos de pesquisa, por exemplo.

A plataforma é uma das ferramentas de gestão dos ativos tecnológicos paranaenses da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), instituição responsável pelo projeto. Para catalogar sua organização ou iniciativa, é preciso acessar o site ptvparana.com e fazer o cadastro.

Assessoria de Comunicação 
Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) 
(41) 3316-3007 / (41) 2104-3355

Empresa com produtos automotivos sustentáveis entra no programa de incubação verde no Tecpar


Uma empresa que desenvolve produtos de limpeza automotivos sustentáveis é a primeira a ingressar no programa de Incubação Verde na Incubadora Tecnológica do Tecpar (Intec). O programa, que agora recebe a Toys for Boys, é fruto de uma parceria entre o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) com a Universidade Livre do Meio Ambiente (Unilivre) para acelerar o desenvolvimento de negócios sustentáveis e os pedidos de patentes de tecnologias verdes.

O negócio proposto pela empresa é inovar produtos existentes no mercado, prejudiciais ao meio ambiente e à saúde do operador. Com a entrada na Intec, os empreendedores Gustavo Tenreiro e Andreia Almeida querem formalizar e ampliar a capacidade produtiva da empresa, que fabrica produtos para estética e higienização automotiva. Os principais produtos em desenvolvimento propõem substituir produtos como detergente alcalino automotivo, desengraxante, detergente ácido automotivo e decapante desincrustante, explica Tenreiro.

Os empresários realizaram pesquisas e desenvolveram uma linha de produtos que são à base de novas matérias-primas com baixo impacto ambiental e na saúde dos usuários quando comparado aos existentes no mercado. "Os produtos são desenvolvidos com uma química mais leve e prometem a mesma eficácia na limpeza do veículo dos produtos existentes, reduzindo o impacto ambiental. A empresa já está em operação e devemos lançar o novo produto em fevereiro de 2018”, ressalta o empresário.

Sustentabilidade
A parceria entre Tecpar e Unilivre oferece apoio ao desenvolvimento e criação de negócios inovadores com o uso de tecnologias sustentáveis, além de ofertar infraestrutura inicial para esses projetos. “Queremos atuar em duas frentes: nas universidades, para acelerar a transformação de pesquisa em novos produtos sustentáveis; e nas empresas, para que elas possam desenvolver na Intec projetos com tecnologias ambientais”, salienta Júlio C. Felix, diretor-presidente do Tecpar.

O diretor-superintendente da Unilivre, Celso Kloss, destaca que o programa vai oferecer capacitação aos empresários na área de gestão ambiental, com assessoria e consultoria no desenvolvimento dos projetos. “Queremos aproveitar que o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) tem o Programa Patente Verde, que dá prioridade no exame do requerimento de pedidos de patente de tecnologias inovadoras voltadas ao meio ambiente, para que inovações na área se desenvolvam”, salienta Kloss.

Intec
Ao longo de 28 anos, a Intec já deu suporte tecnológico a mais de 100 negócios. No momento, oito empresas passam pelo programa da Intec, com o desenvolvimento de tecnologias em diversas áreas: Compracam, Provena, RR Import, Forrest Brasil Tecnologia, OrangeLife, Neurocel, E4R – Engineering for Rehabilitation e Toys for Boys – Chemistry Automotive.

Os interessados em participar do processo seletivo podem acessar o edital pelo site da Intec (intec.tecpar.br/comoincubar). Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (41) 3316-3176.

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PAUTA DIA 4 – 14H: ASSINATURA DO CONTRATO DE INCUBAÇÃO DA PRIMEIRA EMPRESA A SER ENQUADRADA NO PROGRAMA DE INCUBAÇÃO VERDE DO INSTITUTO DE TECNOLOGIA DO PARANÁ (TECPAR) E UNIVERSIDADE LIVRE DO MEIO AMBIENTE (UNILIVRE)



Uma empresa que desenvolve produtos de limpeza automotivos sustentáveis é a primeira a ingressar no programa de Incubação Verde na Incubadora Tecnológica do Tecpar (Intec). O programa, que agora recebe a Toys for Boys, é fruto de uma parceria entre o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) com a Universidade Livre do Meio Ambiente (Unilivre) para acelerar o desenvolvimento de negócios sustentáveis e os pedidos de patentes de tecnologias verdes.
A assinatura do contrato de incubação será realizada na segunda-feira (4), às 14h, na sede do Tecpar, na Cidade Industrial de Curitiba.

Serviço
Assinatura do contrato de incubação da primeira empresa a ser enquadrada no programa de Incubação Verde do Tecpar e da Unilivre
Data: 04/12 (segunda-feira)
Horário: 14h
Local: Sede do Tecpar (Rua Algacyr Munhoz Mader, 3775 – Cidade Industrial de Curitiba)
Mais informações com Silvane (41-99914-9744)

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Bahiafarma passa a poder produzir todos os testes rápidos para ISTs utilizados pelo SUS



Dispositivo para diagnóstico de Hepatite B desenvolvido pelo laboratório público baiano obtém registro da Anvisa

A Bahiafarma obteve o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para fabricação do teste rápido para diagnóstico de Hepatite B. O documento foi publicado no Diário Oficial da União e, com a autorização, o laboratório público baiano passa a poder produzir e distribuir nacionalmente todos os dispositivos de diagnóstico rápido utilizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para detectar infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) – os testes de HIV, Sífilis e Hepatite C da Bahiafarma já haviam recebido registros anteriormente.

Chamado Teste Rápido HBsAg Bahiafarma, o dispositivo para diagnóstico de Hepatite B é o primeiro do gênero desenvolvido por um laboratório público brasileiro. Trata-se de um ensaio imunocromatográfico para a detecção rápida e qualitativa de antígenos de superfície do vírus causador da doença (HbsAg). O teste, que fornece o resultado em até 20 minutos, utiliza pequena amostra sanguínea do paciente.

Para o diretor-presidente da Bahiafarma, Ronaldo Dias, o registro do teste rápido de Hepatite B conclui mais um ciclo de desenvolvimento de produtos do laboratório baiano. “Assim como ocorreu com os testes para diagnóstico de arboviroses que desenvolvemos ao longo dos últimos anos e hoje estão disponíveis para a população por meio do SUS, agora oferecemos uma solução completa para diagnóstico rápido de ISTs”, afirma o executivo. “A possibilidade de produção nacional desse tipo de insumo permite ao Ministério da Saúde ampliar ainda mais o alcance de suas políticas de identificação e controle das ISTs.”

Dias também ressalta a importância do trabalho continuado que foi desenvolvido na Bahiafarma em torno do eixo produtivo de dispositivos de diagnóstico. “Hoje, a Bahiafarma é uma das referências nacionais em desenvolvimento de testes de diagnóstico e o principal fornecedor do Ministério da Saúde para esse tipo de insumo”, lembra o gestor.

Portfólio
Com o registro da ANVISA para o teste rápido de diagnóstico de Hepatite B, a Bahiafarma passa a ser o primeiro laboratório público brasileiro a poder fabricar e distribuir todos os dispositivos de diagnóstico rápido de ISTs utilizados pelo SUS (HIV, Sífilis, Hepatite C e Hepatite B).

Além disso, a Bahiafarma já produz e disponibiliza ao Ministério da Saúde dispositivos para diagnóstico rápido de infecção por arboviroses, como Zika, Dengue e Febre Chikungunya, que estão sendo distribuídos para todo o País. O laboratório público baiando também já obteve registros para fabricação de outras soluções diagnósticas, como os testes rápidos para Febre Amarela e Leishmaniose.

Bahiafarma


A Fundação Baiana de Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico, Fornecimento e Distribuição de Medicamentos (Bahiafarma) é um laboratório farmacêutico público que tem como objetivo desenvolver e fornecer produtos, serviços e inovação tecnológica para a saúde pública do País. Integra a administração pública indireta do Poder Executivo do Estado da Bahia, vinculada à Secretaria da Saúde do Estado (Sesab). Tem como metas minimizar a dependência do Estado da Bahia da importação de produtos e tecnologia, atuando de forma competitiva e econômica para o Sistema Único de Saúde (SUS).

Tiago Décimo
Comunicação / Bahiafarma
(71) 99702-8655 / 98199-4257

Tecpar Certificação completa 20 anos em 2017 com clientes de longa data


O Tecpar Certificação, unidade do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) cujo negócio é a certificação de produtos e sistemas, completa 20 anos em 2017 com a marca de 680 produtores rurais auditados e mais de 1300 organizações certificados – a maioria dos clientes da divisão, espalhados por todo o Brasil, mantém contratos contínuos, com registro de até 20 anos de relacionamento.

Ao longo da sua história, o Tecpar Certificação já emitiu mais de sete mil certificados de conformidade. A certificação de produtos do Tecpar Certificação inclui componentes elétricos e de telecomunicações, eletrodomésticos, produtos orgânicos cadeia de custódia, embalagens de papel para cimento e unidades armazenadoras.

Quanto à certificação de sistemas atua na certificação de conformidade em sistemas de gestão da qualidade, sistemas de gestão ambiental, PBQPH/SIAC, SASSMAQ, sistemas de saúde e segurança ocupacional e LIFE (ações em prol da biodiversidade).

Tania Carvalho, gerente da unidade, lembra que a certificadora do Tecpar foi a primeira do país a obter o credenciamento junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

“Temos 23 escopos de atuação para que empresas de todos os portes possam ter seus sistemas e produtos certificados por nós. Os programas de avaliação e certificação da conformidade estão estruturados em padrões internacionais, garantindo um processo reconhecido e seguro. Somos hoje uma das instituições mais respeitadas do Brasil”, salienta.

Quem atesta esse reconhecimento é a empresa Parnaplast Embalagens, de Araucária, na região metropolitana de Curitiba, uma das empresas que está com o Tecpar Certificação desde a sua fundação, em 1997. A companhia atua há 43 anos no mercado de embalagens plásticas, sacolas, copos e potes plásticos, e seus clientes estão espalhados pelo Brasil e no Mercosul.

A coordenadora da Qualidade da empresa, Silvia da Cruz Guidelli, conta que o Tecpar Certificação foi contratado para realizar auditorias de certificação da norma ISO 9001, que estipula regras para sistemas de gestão da qualidade. "Somos reconhecidos no mercado pela qualidade de nossas embalagens, o que mostra que nosso Sistema de Gestão da Qualidade, auditado e validade pelo Tecpar Certificação, é eficaz. Temos com o Tecpar uma parceria de confiança", pontua Silvia.

Para mais informações sobre o Tecpar Certificação, acesse www.tecparcert.com.br.

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Fórum nacional debate inovação tecnológica em saúde

O IX Fórum Nacional de Inovação Tecnológica em Saúde no Brasil movimentou, hoje, 23, o auditório do Interlegis (Senado Federal), com a presença de autoridades e profissionais da área, setor privado, instituições nacionais e internacionais, setor acadêmico e terceiro setor

Com objetivo de debater os caminhos para a implantação de políticas públicas necessárias ao desenvolvimento científico e tecnológico em saúde, o Instituto Brasileiro de Ação Responsável realizou, nesta quinta-feira, 23 de novembro, em parceria com o Senado Federal, a 9ª edição do Fórum Nacional de Inovação Tecnológica em Saúde no Brasil, no auditório do Interlegis, em Brasília. O fórum apostou num amplo debate entre diversos setores da sociedade, a fim de pontuar os avanços e desafios da área, visando um avanço social. As ampliações de infraestruturas de pesquisa, bem como iniciativas para o crescimento da cadeia produtiva do setor, por meio da união de esforços, foram foco do debate.

Segundo Artur Felipe Siqueira de Brito, diretor do Departamento de Gestão e Incorporação de Tecnologias em Saúde do Ministério da Saúde (DGITS/SCTIE/MS) - em representação ao Ministro Ricardo Barros no evento -, existe atualmente um aparato grande que poderia garantir a qualidade da saúde da população. “Temos hoje uma política nacional instituída para que todo o desenvolvimento em saúde seja sustentável. Vale ressaltar que um dos fomentos do Ministério é a avaliação de tecnologia em saúde. Que possamos estar envolvidos pensando no que podemos fazer de melhor”, concluiu.

A presidente do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), Cecília Leite Oliveira, defendeu a relevância do desenvolvimento informacional nos processos de inovação e no uso correto das novas tecnologias. “O sucesso das novas tecnologias depende das informações para seu bom uso”, disse. Pontuou, ainda, a missão do Instituto na promoção da infraestrutura da informação. “Fico feliz que esta questão está sendo vista com maturidade nesse evento, que é de extrema importância”, argumentou.

Para o deputado federal Izalci Lucas (PSDB-DF), presidente da Frente Parlamentar de Ciência, Tecnologia, Pesquisa e Inovação, o Brasil precisa de uma maior difusão do marco regulatório, que introduziu a inovação na Constituição. “Infelizmente essa lei ainda não pegou - pois há leis que pegam e, outras, que não pegam. A lei da inovação precisa ser mais difundida, questionada e utilizada”, argumentou, lembrando que a lei possibilita, também, uma maior interação com as universidades. “Temos que explorar mais isso”, finalizou.

“É momento de pensar o desenvolvimento da saúde para otimização dos recursos à disposição”, afirmou Cleila Guimarães Bosio, especialista em Projetos de Nanotecnologia, Fármacos e Medicamentos da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (IBDI). Ela destacou o projeto de modernização de atenção à saúde, em parceria com o Ministério da Saúde. “Com esse projeto vamos poder observar o ganho de efetividade do sistema de saúde, por meio de um plano de automatização dos processos, visando inúmeras melhorias, como a redução do tempo de atendimento, a ‘deshospitalização’ e a informatização dos procedimentos de internações”, contou. De acordo com a especialista, o projeto piloto visa testar uma série de tecnologias, impactando inclusive nos custos. “A informatização vai contribuir para que se tenha o mínimo de imprevisibilidade nos atendimentos em saúde”, destacou.

“Transformar uma pesquisa em inovação não é tarefa fácil”, falou o diretor do Departamento de Políticas e Programas de Apoio à Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Prof. Jorge Campagnolo, representando o Ministro Gilberto Kassab no fórum. De acordo com ele, o processo de inovação tecnológica passa pelo conhecimento da ciência e tecnologia, pela inovação, pelo mercado e pela implementação. “Precisamos de um ambiente de leis favorável para que a inovação de fato ocorra. Precisamos de mais pessoas convertidas à ciência e tecnologia no meio da sociedade. A partir desse momento, todos poderão ver o que a ciência e a tecnologia podem fazer”, enfatizou.

O IX Fórum Nacional de Inovação Tecnológica em Saúde seguiu sua programação com a formação de uma mesa técnica, que contou com representantes de vários segmentos no tema: Artur Felipe Siqueira de Brito e o Prof. Jorge Mário Campagnolo, que participaram da mesa de abertura, seguidos da especialista do Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde (DECIT/SCTIE/MS), Patrícia de Campos Couto; da diretora de Normas e Habilitação dos Produtos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Karla Santa Cruz Coelho; da coordenadora da Coordenação de Pesquisa Clínica em Medicamentos e Produtos Biológicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), Flávia Regina Souza Sobral; e do médico e especialidade em Clínica Médica da HemoCue Brasil, Fabrício Carnevale. O debate foi moderado pelo presidente da Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde (ABIIS), Carlos Gouvêa.

A cobertura completa do evento, contendo fala de todos os participantes, bem como fotos e slides das palestras,  encontram-se disponíveis para acesso em www.acaoresponsavel.org.br.

Serviço: IX Fórum Nacional de Inovação Tecnológica em Saúde no Brasil
Local: Senado Federal - Interlegis - Auditório Senador Antônio Carlos Magalhães, Via N2 - Brasília/DF
Data: 23 de novembro de 2017, quinta-feira - das 9 às 14h
Inscrições Gratuitas: www.acaoresponsavel.org.br
Patrocínio: MSD, Novartis, Sanofi e HemoCue Biodina

Assessoria de Imprensa:
Etcetera Comunicação
(61) 3573-4992 / 99114-4584 / 99170-0606

Três projetos da Funed foram contemplados na Chamada Universal 2017


Três projetos da Funed foram contemplados na Chamada Universal 2017, da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig): Novas Estratégias para o Desenvolvimento de uma vacina contra Streptococcus pneumoniae, Avaliação da Eficácia do Benzonidazol Veiculado em Nanocaco3 no Tratamento da Infecção Experimental Pelo Trypanosoma Cruzi e Influência das Diferentes Preparações de Bebidas de Café. As pesquisas são desenvolvidas pelos pesquisadores Sophie Yvette Leclercq, Sérgio Caldas (DPD) e Jovita E. Gazzinelli Cruz Madeira (IOM), respectivamente.

Submeter projetos a chamadas públicas é uma forma de garantir recursos para dar continuidade aos estudos voltados à área de saúde pública desenvolvidos pela Funed. Sophie Leclercq conta que a pesquisa desenvolvida por ela propõe o desenvolvimento de uma nova vacina contra o Streptococcus pneumoniae, bactéria responsável por várias doenças como pneumonia, meningite e sepsis. A pesquisadora explica que existem várias formas da bactéria, chamado de sorotipo (em torno de 90) e a vacina atualmente disponível no mercado protege contra no máximo 13 sorotipos.

Consequentemente, novas pesquisas usando ferramentas de biotecnologia moderna (Bioinformática e Biologia Molecular) estão em andamento para desenvolver uma vacina com cobertura mais abrangente. “A ideia é trabalhar com antígeno quimérico, ou seja, pegar pedaços de proteínas de sorotipos diferentes e combiná-los em uma proteína representativa do maior número possível de sorotipos. Além disso, a pesquisa tem como objetivo avaliar o uso de bactérias lácticas (tipo de bactéria usada na indústria do leite e presente naturalmente no sistema digestivo humano) como sistema de entrega da vacina”, detalha. Até o início de 2018 serão iniciados os estudos em animais para avaliar a capacidade de proteger contra a infecção.

Sérgio Caldas fala da relevância que pesquisas relacionadas à doença de Chagas têm para o país, já que a doença é endêmica em 21 países da América Central e do Sul, acometendo cerca de oito milhões de pessoas e levando mais de 12 mil a óbito anualmente. O pesquisador lembra que a doença também tem se tornado um problema global, com o aumento de casos sintomáticos em áreas não endêmicas, como EUA e Europa. “O principal problema com relação ao tratamento dos indivíduos infectados são os efeitos colaterais indesejáveis e a baixa eficácia do medicamento na fase crônica, problemas que a nanotecnologia proposta está buscando contornar”, afirma.

Para que isso seja possível, a pesquisa de Sérgio – que começou a ser desenvolvida este ano na Fundação – consiste no uso da nanotecnologia para potencializar o efeito do benzonidazol, medicamento utilizado no tratamento da doença de Chagas, utilizando nanopartículas de carbonato de cálcio (NanoCaCO3). A pesquisa está na fase de produção e caracterização das NanoCaCO3. As próximas etapas serão determinar os efeitos in vitro contra as três diferentes formas evolutivas do Trypanosoma cruzi, parasita causador da doença de Chagas, e realizar os testes in vivo, utilizando camundongos experimentalmente infectados. O recurso aprovado será importante para o desenvolvimento dessas etapas. “O objetivo central da pesquisa consiste na busca da potencialização do efeito do benzonidazol no tratamento da doença de Chagas, através do seu carregamento em NanoCaCO3 avaliadas em diferentes formas, vias, dose e tempo de administração em camundongos, haja vista as baixas taxas de cura observadas na fase crônica da infecção”, explica o pesquisador.

A terceira pesquisa da Funed que irá receber recursos está relacionada a uma paixão nacional: o café. O grão é reconhecido como um dos principais produtos agrícolas exportados pelo Brasil e representa importante gerador de divisas para o país, além de ter função social, fixando mão de obra no campo e gerando empregos, principalmente no estado de Minas Gerais, um dos maiores produtores do Brasil. A qualidade do café é determinada comercialmente por características físicas dos grãos e sensoriais da bebida. Jovita Gazzinelli, responsável pela pesquisa, explica que a ocorrência de infecções microbianas nos grãos de café pode comprometer tanto o seu aspecto visual quanto o sabor e o aroma. “O café tem sido alvo de inúmeras pesquisas que buscam verificar o potencial toxigênico de fungos e, principalmente, detectar a presença de Ocratoxina A (OTA) nos grãos crus e torrados, pois é a toxina mais descrita em café”, detalha Jovita.

A especialista explica que a OTA é uma das micotoxinas mais estudadas por causa dos seus efeitos teratogênicos (que pode provocar malformação congênita), embriotóxicos (que produz efeitos tóxicos ao embrião), genotóxicos (efeitos tóxicos que alcançam o material genético) e nefrotóxicos (substância tóxica aos rins) em animais, tendo sido classificada pela International Agency for Research on Cancer (IARC) como pertencente ao grupo 2B, ou seja, pode provocar câncer. A pesquisa, que receberá recursos por meio da chamada universal, está em fase inicial e pretende avaliar a ingestão de OTA em bebidas a partir de café naturalmente contaminado. “Com a pesquisa pretende-se também avaliar os níveis de OTA em café torrado, moído e solúvel consumido no estado de Minas Gerais e verificar o potencial risco à saúde humana, considerando os níveis de OTA encontrados nas diferentes bebidas, o consumo diário de café pela população e a ingestão provisória diária máxima tolerável, estabelecida pelo Joint FAO/WHO Expert Committee on Food Additives (JECFA) de 16 ng kg-1 por dia”, detalha a pesquisadora.

Atenciosamente,

Vivian Teixeira
Assessoria de Comunicação Social
(31) 3314-4577


Laboratório de controle natural de mosquitos é inaugurado no Tecpar


O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) e a Forrest Brasil Tecnologia, empresa com a qual o Tecpar tem uma aliança tecnológica, inauguraram o laboratório para executar o projeto de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) de controle natural do mosquito Aedes aegypti.

A unidade-piloto da Forrest Brasil Tecnologia está instalada no Parque Tecnológico do Norte Pioneiro, em Jacarezinho – a companhia também participa do processo de incubação da Incubadora Tecnológica do Tecpar (Intec).

O projeto obteve licença prévia do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e teve seu cronograma atualizado. Pela nova previsão, em janeiro deverá ser realizado o primeiro teste de campo e em fevereiro ocorrerá a liberação dos mosquitos, após a obtenção de todas as licenças junto ao IAP.

O projeto de PD&I é inédito e busca produzir e liberar na natureza machos estéreis do mosquito Aedes aegypti. Com o projeto, a tendência é que haja a queda da incidência do mosquito em até 90%, com redução significativa de registros de casos de dengue, do zika e do chikungunya.

Os mosquitos estéreis competirão na natureza com os mosquitos selvagens, o que acarreta na consequente redução da proliferação do inseto, inclusive das fêmeas, que são as transmissoras das doenças. “Conforme os resultados em Jacarezinho sejam positivos, a aplicação desta tecnologia será estendida a outros municípios brasileiros que sofrem com a presença de doenças transmitidas por esse vetor”, explica Joel Krieger, gerente geral da Forrest Brasil Tecnologia.

O diretor-presidente do Tecpar, Júlio C. Felix, ressalta que, como instituição de ciência e tecnologia, o Tecpar tem em seu DNA a atuação com projetos de PD&I, em especial na área da saúde pública. "O Tecpar tem mais de 70 anos na produção de vacinas e medicamentos biológicos. A área da saúde é muito importante para a empresa e é neste setor que estamos trabalhando para obter bons resultados para o país", salienta.

Projeto
No início do projeto é feita a coleta de ovos do mosquito. A partir destes ovos serão produzidos os mosquitos machos que em laboratório receberão uma alimentação com produtos que garantam sua esterilidade.

O projeto-piloto em Jacarezinho busca mensurar a efetividade deste controle natural de mosquitos para, na sequência, ser levado a outras partes do Brasil que sofrem com as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti.

Assessoria de Comunicação
Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar)
(41) 3316-3007 / (41) 2104-3355


Tecpar tem experiência de mais de 70 anos na produção de biológicos


O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), uma instituição de ciência e tecnologia referência na área da saúde, atua desde a sua fundação na produção de medicamentos biológicos, vacinas e kits de diagnóstico para uso animal e humano. A produção do Tecpar, desde o início, atende a demandas governamentais nas esferas municipal, estadual e federal.

O instituto foi criado pelo Governo do Estado do Paraná em 1940, com o intuito de apoiar o desenvolvimento tecnológico do Estado e para atender a demandas de saúde humana e animal. Desde então, atuou em projetos específicos, para o controle de determinadas doenças, e hoje atua em projetos de longo prazo, dentro da política do Complexo Econômico Industrial da Saúde, do Ministério da Saúde.

Um dos principais imunobiológicos produzidos pelo Tecpar é a vacina antirrábica animal, cujo fornecimento ao Ministério da Saúde se dá há mais de 40 anos – nas décadas de 1980 e 1990 o instituto chegou a fornecer 60% da vacina antirrábica de uso humana usada em campanhas de imunizações, mas hoje se dedica à vacina veterinária.

Desde o início do fornecimento, o Tecpar atualiza frequentemente seu processo produtivo. Atualmente, o Tecpar utiliza, para a vacina antirrábica, o método de perfusão, que amplia a capacidade de produção da vacina. A combinação desse método com outras tecnologias deu origem ao processo cujo pedido de patente foi depositado no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) – “Processo compacto de produção de vacina antirrábica veterinária utilizando células BHK-21, vírus PV e método de perfusão”.

Brucelose e tuberculose bovina
Ainda na área animal, o Tecpar produz desde 1981 reativos para diagnóstico de brucelose e tuberculose bovina, atendendo a demanda do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Bovina (Pncebt). Tanto a brucelose quanto a tuberculose são zoonoses, o que significa que elas podem ser transmitidas pelos animais ao ser humano. Além de impactar na saúde pública, as doenças causam prejuízos econômicos à agropecuária brasileira, principalmente em relação à produção de carne e leite.

O laboratório produz cinco kits diferentes para diagnóstico de tuberculose, compostos por Tuberculina PPD bovina e Tuberculina PPD aviária, além de kits para diagnóstico de brucelose, de antígeno acidificado tamponado, para prova lenta em tubo e para prova do anel do leite (ring test).

Ainda na área agropecuária, o Tecpar possui destaque no controle da peste suína no Paraná, na década de 1950, quando produzia a vacina para controle da doença com a “Vacina contra Peste Suína Clássica em Cristal Violeta”.

Na década de 1960, o então Instituto de Biologia e Pesquisas Tecnológicas (IBPT) tinha uma gama ampla de produtos veterinários. Entre os medicamentos químicos estavam Aflogistina, Arecina, Arrenal, Atropina, Cacodilato de sódio, Cafeína, Sulfaguanidina, Gliconato de cálcio a 20%, Stricnina, Linimento salicilado, Novocaina, Óleo de fígado de bacalhau A, Óleo de fígado de bacalhau B, Óleo canforado, Pomada de sulfanilamida, Sudoril, Sulfanilamida a 5%, Uroina 40% e Ferro leitões.

Entre os biológicos estavam vacina contra batedeira, bouba aviária, carbúnculo hemático, garrotilho e outras infecções piogênicas.

Vampiricida
Outro produto usado para o combate da raiva animal, produzido na década de 1980, foi o vampiricida “Tec vampicid pasta 1%”. A raiva nos bovinos é geralmente transmitida pela mordedura de morcegos hematófagos, que atuam como portadores, reservatórios e transmissores do vírus da raiva. No Brasil, a espécie mais importante é a Desmodus rotundus. Para controlar a raiva entre os bovinos, o Tecpar produziu o vampiricida para controle na população de morcegos no Paraná.

Anestésico odontológico
Também na década de 1980, o Tecpar produziu, sob demanda do Ministério da Saúde, os anestésicos odontológicos lidocaína 2% e prilocaína 3%, ambas distribuídas para a rede pública de saúde.

Vacina Tríplice
Na década de 1990, o Tecpar produziu, também a pedido do Ministério da Saúde, a Vacina Tríplice Bacteriana. Por decisão da pasta, todo o projeto foi elaborado e implantado no Tecpar para o fornecimento à rede pública de saúda da Vacina DTP, para Difteria, Tétano e Coqueluche.

Referência na saúde
Foi a expertise do Tecpar com esses e outros produtos que levou o instituto a ser o escolhido como laboratório fornecedor de medicamentos biológicos dentro da política do Complexo Econômico Industrial da Saúde.

No programa, o Tecpar já tem projetos para fornecer seis medicamentos biológicos estratégicos para o Sistema Único de Saúde (SUS), até então importados: Trastuzumabe, Infliximabe, Rituximabe, Adalimumabe, Bevacizumabe e Etarnecepte. Os medicamentos são usados no tratamento de diversos tipos de câncer e para artrite reumatoide, constituindo a plataforma tecnológica de produtos monoclonais do Tecpar.

Atualmente, o Tecpar aguarda os resultados no Ministério da Saúde de sete novas propostas de PDP com o objetivo de fornecer novos produtos para o SUS, em resposta à Portaria 704/17. Dos sete projetos, quatro são de biológicos e três de medicamentos sintéticos. A resposta deve ser dada pelo Ministério da Saúde em dezembro deste ano.

ICT 4.0
Em consonância com a nova etapa da indústria, em setembro deste ano o Tecpar passou a adotar o slogan "Tecpar ICT 4.0". Desde então, o instituto se posiciona no mercado com o conceito de ICT 4.0, na qual as instituições científicas e tecnológicas, como são definidos institutos como o Tecpar, entram em sua Quarta Revolução.

Uma ICT 4.0 é uma instituição que aproveita a eliminação dos limites entre os mundos digital e físico para alterar a sua cadeia de valor. Como instituição científica e tecnológica, o Tecpar passa a convergir entre os mundos digital e físico para criar produtos e serviços inteligentes.

Além da área da saúde, na qual o Tecpar já é referência, o instituto oferece ainda serviços e soluções tecnológicas ao mercado, nas áreas de Saúde, Meio Ambiente, Energia, Tecnologia de Materiais, Agronegócio, Certificação e inspeção, Assessoria em Negócios e Medições e Validação.

Na área de Empreendedorismo Tecnológico e Inovador, o Tecpar conta com duas unidades da Incubadora Tecnológica de Curitiba (Intec), com a qual dá apoio a empresas nascentes inovadoras em Curitiba e em Jacarezinho, no Norte Pioneiro. Na área de Educação, com a plataforma de Educação a Distância, o Tecpar oferta cursos de capacitação profissional e tecnológica ao mercado privado e aos servidores públicos paranaenses, com o Capacita Paraná EaD. O Tecpar Educação conta com uma plataforma presencial e a distância e funciona ainda como a Universidade Corporativa da empresa.

Campi
O Tecpar está localizado em sete campi por todo o Paraná, em cidades nas quais atua por décadas. Na Cidade Industrial de Curitiba está a sede da empresa e o Parque Tecnológico da Saúde, onde estão localizados os laboratórios voltados a soluções tecnológicas, uma das unidades da Incubadora Tecnológica do Tecpar (Intec) e as áreas de educação e certificação do instituto. Ainda na capital, o Tecpar está presente no campus Juvevê, onde ficam os laboratórios de produção de kits diagnósticos e do controle de qualidade. Na Grande Curitiba, o instituto tem um campus em Araucária, que também integra o Parque Tecnológico da Saúde.

O Tecpar tem dois parques, o Parque Tecnológico da Saúde, no campus CIC e em Araucária, e o Parque Tecnológico do Norte Pioneiro, em Jacarezinho. Ainda no interior, o Tecpar está presente em Ponta Grossa, com o Laboratório de Produção de Medicamentos da Universidade Estadual de Ponta Grossa (Lapmed), onde será realizada a produção de medicamentos sintéticos. Já em Maringá, onde o Tecpar está instalado há mais de 30 anos, o instituto tem dois campi: o Laboratório de Análises Físico-Químicas e o Parque Biotecnológico da Saúde, onde será produzidos os novos medicamentos biológicos, do Complexo Econômico Industrial da Saúde.
Conheça o Tecpar pelo site portal.tecpar.br.

Assessoria de Comunicação
Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar)
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