Videos

Publicado em 28 de jan de 2016. O novo boletim divulgado nesta quarta-feira (27) aponta também que 270 casos já tiveram confirmação de microcefalia, sendo que 6 com relação ao vírus Zika. Outros 462 casos notificados já foram descartados. Ao todo, 4.180 casos suspeitos de microcefalia foram registrados até 23 de janeiro.

Estudantes da UTFPR usam dados de estação solarimétrica do Tecpar em TCC

 Os dados da estação solarimétrica do Projeto Smart Energy Paraná, instalada no Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), serviram de base para a produção de um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de três estudantes de Engenharia Elétrica da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).

Os alunos Francisco Fadel Peniche, Gabriel Tem Pass e Lucas Bozza de Oliveira Mello viram a oportunidade de estudar o potencial de energia solar no Paraná após a integração da estação solarimétrica instalada no Tecpar à rede nacional do Sistema de Organização Nacional de Dados Ambientais (Sonda), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Até 2014, o Paraná não contava com dados próprios de radiação solar no projeto Sonda e os estudos eram feitos através dos dados publicados anualmente no Atlas Brasileiro de Energia Solar, do Inpe, que são obtidos por imagens de satélite e modelos computacionais.
Com a estação solarimétrica do Tecpar, porém, o estado passou a ter a primeira estação de coleta de dados de radiação solar dedicado ao estudo de geração de energia. “A nossa ideia foi comparar os dados de radiação que eram obtidos pelo modelo do Inpe com informações reais em solo coletadas pelo Tecpar”, explica Tem Pass.

O TCC apontou que houve diferença entre as informações e que a cidade de Curitiba tem, segundo os dados do Tecpar, uma radiação menor do que a indicada pelo Atlas. “Isso indica que o método de obtenção de dados do Atlas, que é um modelo computacional, possivelmente superestima a radiação em locais com alta nebulosidade”, pontua Mello.

Além disso, a pesquisa mostra que a radiação na cidade de Curitiba é, em média, 29% maior do que na Alemanha e 41% maior do que no Reino Unido, países onde a geração solar de energia é relevante.

O professor orientador dos estudantes, Celso Fabrício de Melo Júnior, ressalta que a união de esforços entre institutos de pesquisa e universidades aceleram projetos inovadores. “Há complementaridade entre os institutos e universidades, uma soma entre infraestrutura e recursos humanos que gera a inovação”, destaca.

Pesquisa
Wellington Vechiatto, pesquisador do Tecpar, ressalta que a geração desses dados contribui para o desenvolvimento de pesquisas na geração de energia solar e também na implantação de projetos de mini e microgeração de energia solar. "Nosso sistema monitora a incidência solar e o aproveitamento desta energia por diferentes tipos de painéis fotovoltaicos, o que nos possibilita avaliar a melhor tecnologia para cada condição climática", observa.

A Estação Anemométrica/Solarimétrica, integrada à rede Sonda, é a primeira instalada no Paraná e mede diversos componentes da radiação solar e também velocidade e direção do vento, temperatura do ar e pressão atmosférica. A plataforma faz parte do Projeto Smart Energy Paraná, que pretende colocar o estado em posição competitiva mundial com relação à geração distribuída por fontes de energias renováveis interconectadas a redes inteligentes.







Modelo de PDP destaca Lafepe em evento nacional

Modelo de PDP destaca Lafepe em evento nacional
A “Visão da PDP pelo laboratório oficial” foi tema da palestra proferida pela coordenadora de Pesquisa e Desenvolvimento do Lafepe, Aíla Karla Mota Santana, durante o “I Workshop sobre Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP)”. Realizado nesta quarta-feira (08-02), no Rio de Janeiro, o evento foi promovido pelo Laboratório Farmacêutico da Marinha (LFM) e reuniu representantes do segmento de vários estados da Federação.

Em sua explanação, Aíla apresentou a estrutura do parque fabril do Lafepe, com todos seus diferenciais; e destacou o processo de internalização de PDPs mantidas com um laboratório privado. Vale destacar que o Lafepe está prestes a comemorar o pioneirismo, no setor público, na conclusão de todas as etapas de uma PDP.

No laboratório pernambucano, o procedimento reconhecido pelo Ministério da Saúde será finalizado, ainda este ano, com a produção dos antipsicóticos Clozapina (comprimido de 25mg e 100mg), Quetiapina (comprimido revestido de 25mg, 100mg e 200mg) e Olanzapina (comprimido revestido de 5mg e 10mg).


No I Workshop sobre Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP), que teve espaço no auditório do LFM, foram abordados, ainda, os temas: “Aspectos positivos e negativos da política de PDP”, “Indicadores dos processos” e “Visão jurídica das PDPs”. Na abertura oficial do evento, o Lafepe foi representado pelo diretor Comercial, Djalma Dantas.


Empresa entra na incubadora do Tecpar para desenvolver produtos na área da saúde

A empresa da área da saúde OrangeLife é a mais nova ingressante na Incubadora Tecnológica do Tecpar (Intec). A companhia busca, na modalidade residente de incubação, criar um espaço para Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) de novos produtos no Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar).

Um dos primeiros produtos que será desenvolvido no Tecpar, segundo Marco Collovati, presidente da OrangeLife, é um equipamento que diagnostica em tempo real doenças infecciosas, negligenciadas e sexualmente transmissíveis. “Sabemos que um diagnóstico precoce reduz em até 80% o desenvolvimento da doença. Por isso, quanto mais rápido o paciente for diagnosticado, mais fácil é o tratamento”, pontua Collovati.

A intenção com a incubação é ainda preparar o projeto para ter essa tecnologia absorvida pelo Tecpar.

Esse objetivo pode ser alcançado com a preparação para que a empresa ingresse, posteriormente, no Parque Tecnológico da Saúde do Tecpar, observa Gilberto Passos Lima, gerente dos Parques e Incubadoras Tecnológicas. “A companhia pode entrar no parque tecnológico e firmar parcerias com o Tecpar para ingressar no mercado público da saúde. Com isso, ela conta com o apoio de nossa infraestrutura física e de serviços, além do acesso às competências dos demais parceiros do parque”, ressalta Lima.

Intec
Empreendedores que queiram participar do programa de incubação do Tecpar podem fazer, ao longo do ano, a inscrição para concorrer a uma vaga em uma das duas unidades da Intec, em Curitiba e em Jacarezinho.

São ofertadas vagas para a modalidade residente (quando a empresa fica nas dependências da Intec) e para a incubação não residente, quando o empresário não se instala na incubadora, mas conta com o apoio dos especialistas do instituto.

Podem participar do processo de incubação pessoas físicas, como universitários, pesquisadores e empreendedores que tenham um negócio inovador, ou ainda pessoas jurídicas. Ao longo de 27 anos, a Intec já deu suporte tecnológico a mais de 100 negócios.
No momento, dez empresas passam pelo programa de incubação: Beetech/Beenoculus, Werker, i9algo, Invento Engenharia, Vuk Personal Parts, Compracam, Provena, RR Import, Forrest Brasil Tecnologia e OrangeLife.


Conheça a Intec pelo site www.intec.tecpar.br/comoincubar.




Estudantes de todo Brasil disputam estágio em Farmácia no Lafepe

A cada semestre, o Lafepe abre oportunidades de estágio para alunos do curso de Farmácia. O primeiro grupo de 2017 ingressou no laboratório pernambucano no último dia 01 de fevereiro. De um total de 39 inscritos na seleção de estágio curricular, 04 foram escolhidos, atendendo aos pré-requisitos descritos no edital.

Glenda de Melo e Rhayanne Moraes, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Thiago Gomes, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN); e Erick Araújo, do Centro Universitário Cesmac, de Alagoas, foram os aprovados nas três etapas do processo seletivo.

O Programa de Estágio do Lafepe proporciona aos alunos a oportunidade de aliar o conhecimento acadêmico à experiência do ambiente de trabalho. No período de cinco meses – de fevereiro a junho – os novos estagiários irão passar pelas áreas de produção; controle de qualidade; pesquisa e desenvolvimento; e garantia da qualidade.


Vale destacar que alguns dos mais de 60 farmacêuticos, profissionais qualificados e comprometidos que atuam hoje em distintas áreas do Lafepe, iniciaram no laboratório pernambucano na condição de estagiários.

Funed busca parceiros para produzir remédios prioritários para o SUS



A Fundação Ezequiel Dias (Funed), através de sua Diretoria Industrial, enviou ao Ministério da Saúde (MS), no final de 2016, uma lista com 29 medicamentos estratégicos para o SUS que a Fundação tem interesse em produzir. Destes, cinco estão na lista publicada pelo Ministério da Saúde na Portaria nº 252, de 26 de janeiro de 2017.

A lista do Ministério contempla 52 medicamentos considerados elegíveis para apresentação de propostas de projetos de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) no ano de 2017. Os cinco nomes propostos pela Funed ao MS são Lenalidomida, utilizado para tratamento de mieloma múltiplo, os antineoplásicos Erlotinibe, Capecitabina, Dasatinib e o Sofosbuvir, utilizado para o tratamento da hepatite C em adultos.

De acordo com o diretor industrial da Funed, Francisco Leal, “a Funed apresenta grande interesse em alavancar sua atual área fabril e já se encontra em negociações avançadas com parceiros, de forma a viabilizar a produção dos medicamentos estratégicos e, por conseguinte, fortalecer o abastecimento de medicamentos estratégicos no Sistema Único de Saúde”.

Para a presidente em exercício na Fundação, Cármen Lúcia Soares, “as PDPs trazem captação de recursos para a instituição, proporcionando, além de independência financeira, conhecimento e tecnologia que ficam disponibilizados para novas descobertas e novos medicamentos, no futuro”.


Além dos cinco medicamentos que constam na lista do MS, a Funed incluiu outros 24 na listagem encaminhada e agora aguarda o pronunciamento do Ministério da Saúde. O prazo para a conclusão completa de uma PDP é de, aproximadamente, dez anos. Com cinco anos, já é possível o fornecimento do medicamento, em parceria, para que o Ministério da Saúde possa distribuir à rede pública de saúde.





Bahiafarma obtém registro para produzir testes rápidos de diagnóstico de Dengue


Laboratório público da Bahia é o primeiro do País a receber licença para fabricação dos dispositivos e um dos únicos no mundo a ter registros de testes rápidos para as três arboviroses mais conhecidas

Foram publicados, na manhã desta segunda-feira (6), no Diário Oficial da União, os registros da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que autorizam o laboratório público da Bahia, a Bahiafarma, a produzir e distribuir testes rápidos para detecção de Dengue.

Com as autorizações, a Bahiafarma passa a ser o primeiro laboratório público brasileiro a poder fabricar dispositivos de diagnóstico rápido para a doença – e um dos únicos do mundo a ter registros em instituições reconhecidas para produção de testes rápidos das três arboviroses mais comuns (Dengue, Zika e Febre Chikungunya).

Os registros obtidos pela Bahiafarma são referentes a dois tipos de testes rápidos para diagnóstico da Dengue, um que detecta anticorpos produzidos por organismos infectados, o Dengue IgG / IgM, e um que reage com o antígeno NS1, o Dengue NS1. Desenvolvidos em parceria com o laboratório sul-coreano GenBody, ambos os dispositivos funcionam com uma pequena quantidade tanto de sangue quanto de soro ou plasma sanguíneo(?) e fornecem os resultados em até 20 minutos.

O Dengue IgG / IgM consegue realizar o diagnóstico a partir do quinto dia de infecção, por meio da análise da presença da imunoglobulina M (IgM) no organismo do paciente – que indica que a infecção está ativa – e também é capaz de identificar se o paciente já teve contato com o vírus da Dengue no passado, por meio da pesquisa pela presença da imunoglobulina G (IgG).

O diretor-presidente da Bahiafarma, Ronaldo Dias, ressalta a importância da verificação de infecções anteriores pelo vírus da Dengue no acompanhamento dos pacientes. “Sabemos que a Dengue pode se desenvolver de formas mais graves se o paciente já tiver sido infectado pelo vírus no passado”, explica. “Caso o dispositivo mostre que o paciente está com a doença e que já teve a infecção anteriormente, ele precisa ser acompanhado com mais atenção pela equipe médica.”

Já no caso do teste rápido Dengue NS1, o dispositivo consegue identificar a infecção pelo vírus da Dengue logo em seu início, antes mesmo que o paciente comece a sentir os sintomas da doença. Com isso, o teste permite uma intervenção médica mais rápida e precisa.

Pioneirismo
Com o registro para os testes rápidos de Dengue, a Bahiafarma supera uma etapa na luta contra a arbovirose mais conhecida no País. “O Brasil está há três décadas enfrentando surtos de Dengue sem que houvesse uma forma de diagnóstico rápida e economicamente viável para o poder público que possibilitasse o acompanhamento correto dos pacientes”, lembra Ronaldo Dias. “Em pouco mais de dois anos de pesquisa e desenvolvimento, conseguimos não só eliminar esse gargalo, como também prover o País com testes rápidos para as outras viroses mais conhecidas, a Zika e a Febre Chikungunya.”

Em conjunto com os testes rápidos para detecção de arboviroses da Bahiafarma que já haviam obtido registro da Anvisa (Zika IgG / IgM Combo, Zika NS1 e Chikungunya IgM), os dispositivos Dengue IgG / IgM e Dengue NS1 completam a solução para o diagnóstico preciso das doenças, o que vai facilitar e acelerar o atendimento e o acompanhamento dos pacientes.

“Como os sintomas das arboviroses podem ser muito parecidos, costuma ser difícil para os profissionais da área médica indicar o melhor tratamento, o que acarreta em perda de produtividade e de qualidade nos atendimentos”, afirma o diretor-presidente da Bahiafarma. “Com o acesso a testes rápidos das três principais arboviroses, hospitais e postos de saúde vão poder realizar a triagem dos pacientes e recomendar o melhor tratamento com velocidade e precisão, diminuindo a espera e evitando reavaliações desnecessárias.”

Bahiafarma

A Fundação Baiana de Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico, Fornecimento e Distribuição de Medicamentos (Bahiafarma) é um laboratório farmacêutico público que tem como objetivo desenvolver e fornecer produtos, serviços e inovação tecnológica para a saúde pública do País. Integra a administração pública indireta do Poder Executivo do Estado da Bahia, vinculada à Secretaria da Saúde do Estado (Sesab). Tem como metas minimizar a dependência do Estado da Bahia da importação de produtos e tecnologia, atuando de forma competitiva e econômica para o Sistema Único de Saúde (SUS).

Produtores familiares de orgânicos do Paraná são maioria entre os clientes do Tecpar

O Tecpar Certificação, divisão do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) responsável pela certificação de produtos e sistemas, emitiu 148 certificados de produtores orgânicos em 2016. Desse total, quase 60% dos certificados emitidos foram para produtores paranaenses, em geral, donos de pequenas propriedades familiares.

Uma das razões que justifica a presença de paranaenses nesta proporção é o apoio governamental oferecido pelo Programa Paranaense de Certificação de Produtos Orgânicos (PPCO), segundo Fabio Corrales, gerente do Setor de Certificação de Produtos do Tecpar Certificação.

O programa orienta e capacita os produtores, além de apoiar nas auditorias e certificações da produção de alimentos orgânicos. O PPCO envolve a Secretaria Estadual da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), por meio das universidades estaduais; o Centro Paranaense de Referência em Agroecologia (CPRA), vinculado à Secretaria Estadual da Agricultura e do Abastecimento; e o Tecpar, que é o órgão certificador.

“O programa tem uma grande responsabilidade social. Ao dar apoio à produção orgânica, gera maior valor agregado aos produtos e causa menos danos à saúde dos produtores e ao meio ambiente, por ser uma cultura livre de agrotóxicos”, pontua Corrales.

Um dos 84 paranaenses que obtiveram a certificação de sua produção ou a manutenção de seu certificado é o produtor de Campo Largo Marcos Kmiecik, que há 20 anos atua com orgânico e que conta com a certificação do Tecpar há cinco anos. Ele e sua família trabalham em sua propriedade sem o uso de agrotóxicos e vendem seus produtos, como tomate e cebola, em duas feiras de Curitiba.

“O orgânico pode dar mais trabalho, por ser cultivado manualmente, mas trouxe melhoria de renda e mais saúde para a minha família. Estou com o Tecpar há cinco anos e desde então facilitou bastante, porque eu só preciso receber duas auditorias ao ano. Em outras certificadoras eu tinha que ir a reuniões mensais, o que atrapalhava o trabalho no sítio”, salienta Kmiecik.

O Tecpar Certificação emitiu certificados para produtores orgânicos de todas as regiões do Paraná, com produtos como frutas, verduras, hortaliças e legumes. Os outros 40% dos certificados emitidos foram para produtores de estados como Santa Catarina, São Paulo, Ceará e Amazonas, por exemplo.


A certificadora do Tecpar foi a primeira do país a obter o credenciamento junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

Tecpar Certificação
O Tecpar Certificação é a unidade do instituto responsável pela certificação de produtos e sistemas e atua há quase 20 anos em todo o Brasil. A certificação de produtos do Tecpar Certificação inclui componentes elétricos e de telecomunicações, eletrodomésticos, produtos orgânicos cadeia de custódia, embalagens de papel para cimento e unidades armazenadoras.

Quanto à certificação de sistemas atua na certificação de conformidade em sistemas de gestão da qualidade, sistemas de gestão ambiental, PBQPH/SIAC, SASSMAQ, sistemas de saúde e segurança ocupacional e LIFE (ações em prol da biodiversidade).
Atuando como organismo de certificação há vinte anos já emitiu mais de 5000 certificados de conformidade.


Para mais informações sobre a unidade de negócios do Tecpar, acesse www.tecparcert.com.br.

Bahiafarma obtém registro para teste rápido de sífilis

  
Dispositivo detecta a infecção pela bactéria causadora da doença em até 20 minutos
A Bahiafarma obteve, nesta segunda-feira (30), o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para produção e distribuição de teste rápido para detecção de Sífilis. O dispositivo pesquisa a presença de anticorpos específicos para a bactéria causadora da doença, a Treponema pallidum e fornece o resultado em até 20 minutos. O teste pode ser realizado com uma pequena amostra de sangue, soro ou plasma do paciente.

O teste rápido para detecção de sífilis é o primeiro dispositivo do gênero produzido pela Bahiafarma que não está relacionado com arboviroses – como zika, dengue e febre chikungunya – e responde a uma demanda atual do Brasil. Segundo dados do Ministério da Saúde (MS), entre 2014 e 2015, houve avanço de 32,7% de contágio da doença no País.

A forma mais preocupante da enfermidade, a transmissão da doença da gestante para o feto, que pode ser fatal para o bebê, também cresceu bastante no período: 20,9%, segundo dados do MS. E o diagnóstico rápido da síflis na gestante é fundamental para a saúde do bebê, já que, caso seja confirmada a infecção, o tratamento precisa ser realizado o quanto antes, em especial nos primeiros meses da gravidez.

“Estamos diversificando nosso portifólio, mas mantendo a política de desenvolver produtos para a saúde que estejam sendo demandados pela população, com eficiência e qualidade”, afirma o diretor-presidente da Bahiafarma, Ronaldo Dias.


Lafepe levará modelo de parceria para evento no Rio de Janeiro

O Laboratório Farmacêutico da Marinha (LFM) promoverá, no dia 08 de fevereiro, o “I Workshop sobre Parceria para o Desenvolvimento Produtivo (PDP)”. O evento, que será realizado na sede do LFM, no Rio de Janeiro, terá a participação do laboratório pernambucano. Além do diretor Comercial do Lafepe, Djalma Dantas, também estará no evento a coordenadora de Pesquisa e Desenvolvimento da mesma unidade, Aíla Karla Mota Santana. Ela vai ministrar palestra sobre a “Visão da PDP pelo laboratório oficial”.


Aíla é farmacêutica industrial formada pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB); é mestre em Ciências Farmacêuticas pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), com MBA em Gestão Industrial Farmacêutica pelo IPOG; doutoranda em Ciências Farmacêuticas da UFPE; e tutora de Farmácia da Faculdade Pernambucana de Saúde (FPS).

Confira a programação completa do workshop:

09h00 às 09h20 – Cerimônia de recepção de autoridades
09h20 às 10h10 – Palestra 1: “Aspectos positivos e negativos da política de PDP”, com Dr. Rodrigo Gomes Marques Silvestre (MS)
10h10 às 10h20 – Debate
10h20 às 10h50 – Coffee Break
10h50 às 11h40 – Palestra 2: “Indicadores dos processos”, com Dr. Flávio de Oliveira Gonçalves (MS) e Sr. Thiago Rodrigues Santos (MS)
11h40 às 11h50 – Debate
12h00 às 13h30 – Almoço
13h30 às 14h20 – Palestra 3: “Visão jurídica das PDPs” (palestrante a confirmar)
14h20 às 14h30 – Debate
14h30 às 15h00 – Coffee Break
15h00 às 15h50 – Palestra 4: “Visão da PDP pelo laboratório oficial”, com Aíla Karla Mota Santana (PE)
15h50 às 16h00 – Debate
16h00 – Encerramento

Outras informações no site do LFM: https://www.mar.mil.br/lfm/.

Tecpar realiza curso de análise de certificação de calibração

O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) realiza no mês de janeiro o curso de análise de certificação de calibração, para orientar a correta interpretação de certificados de calibração e ensaios.

Entre os conteúdos do curso estão, por exemplo, os documentos de referência, os instrumentos de medição e materiais de referência, a influência de Incerteza de Medição nos resultados, apresentação de resultados, exemplos de certificados de calibração e exercícios práticos.

O curso será realizado no dia 27 de janeiro, das 8h às 17h, no Cietep, que fica na Avenida Comendador Franco, 1341, no bairro Jardim Botânico. A inscrição custa R$ 475 e pode ser feita pelo site paranametrologia.org.br.

Tecpar
O Tecpar é uma empresa pública do Governo do Estado e tem 76 anos de atividade. Os negócios do instituto são divididos em quatro grandes unidades: Soluções Tecnológicas, para dar apoio às empresas que buscam inovar; Empreendedorismo Tecnológico Inovador, com suas incubadoras tecnológicas e com os parques tecnológicos, como o Parque Tecnológico da Saúde; Educação, com qualificação para o mercado privado e ainda com desenvolvimento de capacitações para servidores municipais de prefeituras paranaenses; e Indústria Farmacêutica e Biotecnológica, com desenvolvimento e produção de kits diagnósticos veterinários, vacina antirrábica e produção de medicamentos de alto valor agregado para a saúde pública brasileira.

O instituto foi escolhido pelo Ministério da Saúde para ser um dos fornecedores oficiais de medicamentos biológicos e hemoderivados, que serão produzidos nos próximos anos.
Além disso, o instituto atende demandas do Governo do Estado, sendo executor de projetos na área de energias renováveis e empreendedorismo tecnológico.

Saiba mais sobre o instituto em www.tecpar.br.

Serviço
Curso de análise de certificação de calibração
Data: 27 de janeiro


Horário: 8h às 17h
Investimento: R$ 475
Local: Cietep – Avenida Comendador Franco, 1341, sala 119 – Jardim Botânico
Inscrições: paranametrologia.org.br
Informações: (41) 3362-6622




I WORKSHOP SOBRE PARCERIA PARA O DESENVOLVIMENTO PRODUTIVO (PDP)


      
                                                                                                      
                                                 
     O Diretor do Laboratório Farmacêutico da Marinha, Capitão de Mar e Guerra (S) José Alexandre Barbosa Lima, tem a honra de convidar V.Sa., para participação no  WORKSHOP de PDP, à realizar-se no dia 08 de Fevereiro de 2017, das 09:00h às 16:00, na Sede deste Laboratório, situado à Av. Dom Hélder Câmara, 315 – Benfica - RJ.


Traje:
Militares: Uniforme:  5.5
Civis: Passeio
                                                                                                         R.S.V.P  (21) 3860*7013


Informações: www.lfm.mar.mil.br
                                                                        

  

Tecpar recebe recurso do Ministério da Saúde para projeto executivo de novos laboratórios

O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) firmou um novo convênio com o Ministério da Saúde no valor de R$ 3 milhões para a elaboração dos projetos de engenharia dos novos prédios do centro de distribuição e do laboratório de controle da qualidade dos medicamentos e vacinas produzidos e em desenvolvimento pelo instituto, além dos novos produtos que o Tecpar passa a fornecer ao Sistema Único de Saúde (SUS) a partir de 2018.

De acordo com a gerente da Divisão de Engenharia Bioindustrial, Raquel Koehler Sanson, os dois novos laboratórios darão suporte à produção dos novos medicamentos para os quais o Tecpar foi escolhido a ser fornecedor. “Como vamos produzir grandes volumes de medicamentos, precisamos de um centro de distribuição moderno para organizar a logística de armazenamento e também um laboratório que dê conta de atender as normas de controle da qualidade”, pontua.

O novo centro de distribuição do Tecpar vai contar com um sistema automatizado para que o complexo logístico possa armazenar e distribuir insumos e produtos prontos para serem enviados aos clientes do instituto.

Em 2016, o Tecpar foi escolhido pelo Ministério da Saúde, junto com outros laboratórios públicos brasileiros, para participar do processo de transferência de tecnologia com empresas globais na área da saúde para fornecer medicamentos oncológicos e hemoterápicos – estes últimos, utilizados no tratamento de distúrbios de coagulação e imunodeficiências, como a Aids e a hemofilia, por exemplo.

“Na primeira fase, vamos importar os medicamentos e precisamos armazená-los e efetuar o controle da qualidade. Por isso a importância dos novos empreendimentos, que serão usados ainda quando o Tecpar passar a produzi-los, no fim do processo de transferência de tecnologia”, ressalta Raquel.

O diretor-presidente do Tecpar, Júlio C. Felix, avalia que o instituto vai construir, em 2017, a base para que a empresa se prepare para se tornar fornecedora de medicamentos de alto valor agregado. “Porém, mais do que fornecer novos medicamentos ao SUS, o Tecpar recebe estímulo para desenvolver novas tecnologias na área da saúde, com base no conhecimento adquirido nas parcerias com empresas que são referências globais no setor”, destaca.

Os projetos executivos dos novos laboratórios serão licitados ainda neste semestre, para que até o final do ano eles sejam entregues pela empresa contratada. A obra física deve levar 18 meses para ficar pronta.

Tecpar
O Tecpar é uma empresa pública do Governo do Estado e tem 76 anos de atividade. Os negócios do instituto são divididos em quatro grandes unidades: Soluções Tecnológicas, para dar apoio às empresas que buscam inovar; Empreendedorismo Tecnológico Inovador, com suas incubadoras tecnológicas e com os parques tecnológicos, como o Parque Tecnológico da Saúde; Educação, com qualificação para o mercado privado e ainda com desenvolvimento de capacitações para servidores municipais de prefeituras paranaenses; e Indústria Farmacêutica e Biotecnológica, com desenvolvimento e produção de kits diagnósticos veterinários, vacina antirrábica e produção de medicamentos de alto valor agregado para a saúde pública brasileira.

O instituto foi escolhido pelo Ministério da Saúde para ser um dos fornecedores oficiais de medicamentos biológicos e hemoderivados, que serão produzidos nos próximos anos.
Além disso, o instituto atende demandas do Governo do Estado, sendo executor de projetos na área de energias renováveis e empreendedorismo tecnológico.


Saiba mais sobre o instituto em www.tecpar.br.





Funed entrega produção de 1,5 milhões de comprimidos ao Ministério da Saúde


Na Semana Internacional do Combate à Hanseníase, a Fundação Ezequiel Dias (Funed) entrega ao Ministério da Saúde cerca de 1,5 milhões de comprimidos do medicamento FUNED Talidomida 100mg. O contrato de nº 064/2016, firmado entre ambas instituições no ano passado, prevê a entrega de 6,3 milhões de compridos no total. Segundo a presidente em exercício, Cármen Lúcia, “a entrega destes lotes de talidomida representa mais uma etapa vencida pela Fundação e consolida mais uma vez a Funed na posição de única produtora de Talidomida no Brasil”.

A expectativa de entrega das próximas remessas de FUNED talidomida 100 mg comprimido ao Ministério da Saúde é em março e maio deste ano, que, juntas, correspondem a 3,7 milhões de comprimidos.

Já se encontram em produção quatro lotes de talidomida que farão parte da próxima entrega em março o que demonstra segurança para os pacientes e usuários do SUS, na continuidade do tratamento com o medicamento.

Amanhã, 25/1, a presidente em exercício receberá a coordenadora do Programa Estadual de Hanseníase, Maria do Carmo; o presidente da Sociedade Brasileira de Hansenologia, Marco Andrey Frade; os membros da coordenação do Movimento de Reintegração das Pessoas atingidas pela Hanseníase (Morhan), Lucimar Batista, coordenadora nacional, e Eni Carajá Filho, coordenador estadual do Morhan;  e o diretor da Casa de Saúde Santa Izabel, Getúlio de Morais, para apresentar os processos de produção da talidomida.

Caminhão rumo ao combate ao preconceito

Visando a construção de um novo conceito no que se refere à hanseníase, a Casa de Saúde Santa Izabel (CSSI), da Rede Fhemig, em parceria com o Ministério da Saúde e as prefeituras de Belo Horizonte, Contagem e Betim, estão promovendo uma série de atividades culturais em combate ao preconceito.

A Carreta da hanseníase estará estacionada em diversos pontos das cidades de Belo Horizonte, Betim e Contagem até amanhã, 25/1.

Serviço

Data: 25/1

Horário: 11h30


Local: Fundação Ezequiel Dias - Rua Conde Pereira Carneiro, 80 – Gameleira.



Idosos: Orientação para organizar melhor os medicamentos que precisa tomar

Quem toma algum medicamento ou muitos tipos diferentes de uma vez só, deve ficar antento a alguns cuidados para se manter seguro. Há quem tome um medicamento  por dia, uma vez por semana, de seis em seis horas ou de oito em oito. Muitas vezes, manter tudo isso dentro da ordem pode ser difícil. Existem vários fatores que interferem no uso de medicamentos e consequentemente no resultado do tratamento, como por exemplo, esquecer de tomar, utilizar uma dose maior ou menor, trocar os horários, entre outros motivos.
O Blog da Saúde preparou algumas dicas simples, mas práticas,  juntamente com a neurogeriatra, Tamara Checcacci, do Hospital Federal do Lagoa, no Rio de Janeiro, que podem ajudar nesse processo. As dicas podem ser úteis para idosos, cuidadores e familiares.
Tome o medicamento como prescrito

Assim como foi prescrito pelo médico, mantenha as instruções dadas a você.  Não pule e nem acumule doses. Se está com dúvidas sobre o quanto um medicamento pode fazer bem ou não, converse com um profissional qualificado e evite ouvir terceiros.

Um medicamento indicado a você pode não fazer bem a outra pessoa ainda que ela esteja com o mesmo problema. Evite tomar qualquer  medicamento que não tenha sido prescrito especificamente para você.

Em nenhuma hipótese decida por si abandonar o tratamento sem acompanhamento e orientação de um especialista.  Ainda que você esteja se sentindo melhor.  “A maioria das doenças são trataveis e controláveis na medida em que o paciente tenha disciplina e faça a  adesão ao tratamento. No caso da diabetes, por exemplo, mesmo que o paciente considere que em num momento a glicemia está normal, deve levar isso ao médico. O diabetes é uma doença crônica e a melhora é esperada quando o paciente está em tratamento”, informa a neurologista.

A automedicação é extremamente perigosa podendo levar desde a piora do quadro de um paciente até consequências mais graves. “Se o paciente tiver um comprometimento nos rins e não se manter ao prescrito, ele vai ter uma metabolização e uma eliminação diferente do medicamento. Isso pode ser um problema”, reforça a médica.

Se o médico te indicou um medicamento específico, verifique ainda no consultório se é possível tomar um similar ou mesmo o genérico,  se o preço for atrativo.

Você sabe a diferença entre medicamento similar e genérico?

É possível encontrar no mercado medicamentos genéricos e similares. Com relação ao tratamento, não há diferença no uso de um ou de outro. Entretanto o genérico é um tipo de medicamento que não possui marca específica; no rótulo contém apenas o princípio ativo e a embalagem é caracterizada pela letra “G”, abreviação de genérico. Já os medicamentos similares possuem marca e nome comercial. A embalagem é caracterizada de acordo com o laboratório que produz.


Mantenha a lista dos medicamentos visível

Anote o que você está tomando e quais são os horários de cada medicamento. Mantenha uma lista com você e outra em casa, a vista de todos.  Atualize a lista a cada consulta ou mudança e inclua também orientações específicas como “tomar após o café da manhã” ou “30 minutos antes do almoço”.

Sua lista deve incluir o nome exato do medicamento, se é similar ou genérico. Também anote por que você está tomando cada medicamento, caso tome mais de um, a dosagem (por exemplo, 300 mg), e quantas vezes você precisa tomar por dia.
Considere dar uma cópia para um amigo ou um ente querido,  que você confia, para que ele possa te ajudar, especialmente,  em caso de emergência ou até mesmo quando você estiver  viajando e por alguma razão, perdeu as orientações.

Faça o acompanhamento periódico necessário com seu médico

Não importa se você usa o medicamento há muito tempo, ou se é recentemente. O acompanhamento de rotina é necessário. Periodicamente é preciso reavaliar se o medicamento é a melhor opção para o paciente e rever horários,  a frequência com que o paciente tomará aquele medicamento e a dosagem, segundo o neurologista com especialização em geriatria, Tamara Checcacci, do Hospital Federal do Lagoa.

“Essas coisas podem  mudar e não quer dizer que,  pelo fato do paciente usar aquele tratamento por um período, vai ser assim pela vida inteira.Quando prescrevo algo e eles me perguntam se é para a vida inteira,  brinco: Nem o papa é para a vida toda”, a médica explica. Ela acredita que esse acompanhamento garante a eficácia do tratamento e também a segurança do próprio paciente.

Esteja ciente das potenciais interações medicamentosas e efeitos adversos que um medicamento pode trazer

Algumas pessoas são alérgicas a alguns medicamentos ou a substâncias que o compõem e ainda não conhecem. Se conhecerem, poderão conseguir gerenciar um possível evento adverso com mais facilidade.

Ainda que o caso não seja de alergia, outras situações merecem atenção também,  como interações medicamentosas:

Um medicamento interfere na forma como outro afeta no corpo impedindo que o resultado seja benéfico.
Uma preparação ou suplemento afeta a ação de um medicamento;
Um alimento ou bebida não alcoólica reage com o medicamento que você está tomando;
Uma bebida alcoólica interage com o medicamento.

Você pode descobrir isso caso aconteça com você, mas não espere o efeito dessas combinações. Saiba mais sobre possíveis interações e os possíveis efeitos adversos de seus medicamentos, mas não use a internet para isso. Converse com o médico ou farmacêutico, anote as dúvidas, faça uma lista e peça informações claras e objetivas sobre o assunto. Insista sempre para não sair do consultório sem respostas.


Você ainda pode fazer isso lendo cuidadosamente os rótulos e as informações que acompanham seus medicamentos prescritos.