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Publicado em 28 de jan de 2016. O novo boletim divulgado nesta quarta-feira (27) aponta também que 270 casos já tiveram confirmação de microcefalia, sendo que 6 com relação ao vírus Zika. Outros 462 casos notificados já foram descartados. Ao todo, 4.180 casos suspeitos de microcefalia foram registrados até 23 de janeiro.

Tecpar leva Smart Energy à Conferência Internacional de Energias Inteligentes


O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) promove, até sexta-feira (20), a 4ª Conferência Internacional de Energias Inteligentes – Smart Energy (CIEI&EXPO 2017). O evento apresenta as principais novidades do setor e amplia o debate sobre a importância das energias sustentáveis no Brasil e no mundo.

O Tecpar apresenta, durante o evento, o programa Smart Energy Paraná, que mobiliza as competências que o Estado e a sociedade já têm e busca por novas soluções para desenvolver o setor energético do ponto de vista econômico, ambiental e social no Paraná.
"Com o Smart Energy Paraná geramos dados confiáveis e capacitamos mão de obra local para atrair investimentos nesta área para o Estado. Desenvolvemos, ainda, estudos para o melhor aproveitamento das fontes energéticas e inteligência na sua geração e uso”, pontuou, durante a abertura do evento, nesta quarta-feira (18), o diretor de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação, Reginaldo Joaquim de Souza.

O diretor do Tecpar participa de outro momento do evento, quando, na sexta-feira (20), media o painel “Geração Distribuída e Armazenamento”, no qual vai apresentar a experiência do Tecpar com o Smart Energy e ainda os avanços do Tecpar para consolidar sua atuação como instituto de ciência e tecnologia de quarta geração (ICT 4.0).

Estavam presentes ao evento o diretor geral da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Décio Sperandio, representando o secretário João Carlos Gomes; o presidente da Associação Brasileira de Geração Distribuída, Carlos Evangelista; o Superintendente de Smart Grid e Projetos Especiais da Copel, Júlio Omori; o Coordenador da Câmara de Infraestrutura da Fiep, Rui Brant; o diretor superintendente do Paraná Metrologia, Celso Kloss e o Presidente do Instituto de Engenharia do Paraná, José Rodolfo Lacerda.

Conferência
A CIEI&EXPO2017 recebe até sexta-feira (20) empresários, gestores públicos, membros de agências e entidades de governo, fabricantes, fornecedores, instaladores, consultores, professores, pesquisadores, estudantes e consumidores.

A novidade desta edição são os espaços segmentados chamados de “Ilhas Temáticas”, divididas em setor empresarial, academia e instituições públicas. Cada Ilha Temática apresenta tendências e inovações das áreas de redes inteligentes e energias renováveis.
Já a proposta do espaço de exposição é proporcionar a aproximação entre fabricantes, prestadores de serviços e consumidores. Outras atrações desta edição são a rodada de negócio com foco empresarial, a Feira de Ciências, voltada ao público jovem, e a apresentação de trabalhos técnicos desenvolvidos por universitários e pesquisadores de uma forma geral.

A conferência é promovida pelo Tecpar e pela Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, organizada pela Paraná Metrologia e conta com o apoio dos Institutos Lactec e da Universidade Livre do Meio Ambiente (Unilivre).

O evento é realizado até o dia 20 de outubro, das 8h às 21h, no Espaço de Exposições Horácio Coimbra, na Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep). Saiba mais sobre os programa Smart Energy Paraná pelo site smartenergy.org.br/portal.

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Funed oferece diagnóstico por sequenciamento de DNA de nova geração


Plataforma de sequenciamento oferece tecnologia de ponta em pesquisas e diagnóstico de alta complexidade

O Serviço de Virologia e Riquetsioses, do Instituto Octávio Magalhães (IOM) / Fundação Ezequiel Dias (Funed), adquiriu uma plataforma de sequenciamento de nova geração. Entre as aplicações da plataforma está a caracterização molecular dos agentes etiológicos circulantes, ou seja, os agentes causadores de doenças, o que possibilita, através da análise filogenética, identificar genótipos e mutações associadas à gravidade e à resistência a tratamentos específicos.

A nova plataforma já está funcionando junto ao Laboratório de Biologia Molecular e permite também realizar o estudo retrospectivo de epidemias, com o objetivo de reconstruir a história evolutiva dos seus agentes causadores. É uma ferramenta que pode contribuir com o trabalho da Vigilância Sanitária, Ambiental e Epidemiológica, e entre outras possibilidades, na pesquisa básica e aplicada.

A plataforma é composta pelo sequenciador Ion Torrent Personal Genome Machine e pelo sequenciador portátil MinIon, que colocam a Funed na vanguarda do diagnóstico de alta complexidade, vigilância em saúde e pesquisas.

Para entender como funciona o sequenciamento genômico, o chefe do Serviço de Virologia e Riquetsioses, Glauco de Carvalho Pereira, cita como exemplo o vírus da dengue. “Existem quatro sorotipos do vírus da dengue, que são antigenicamente relacionados e geneticamente distintos. Dentro de um mesmo sorotipo pode haver uma diferença no genoma, que pode alterar sua virulência, causando uma doença mais grave ou mais branda. Com essas informações junto aos dados da vigilância epidemiológica e estudos retrospectivos, é possível que os órgãos competentes possam tomar medidas necessárias para diminuir ou até mesmo evitar óbitos”, explica.

O responsável pelo Laboratório de Biologia Molecular, Felipe Iani, explica que a plataforma poderá ser utilizada pelos laboratórios de todas as diretorias da Funed que desenvolvem pesquisas e atuam com vigilância em saúde. “Estamos desenvolvendo o modelo de utilização da plataforma pelos laboratórios e pesquisadores. Todos os reagentes e os equipamentos foram adquiridos pelo IOM e, em um segundo momento, os parceiros poderão ajudar com recursos para manter a plataforma funcionando. Os interessados em utilizar a plataforma devem entrar em contato com o Serviço de Virologia e Riquetsioses, que ficará responsável por processar as amostras”, explica.

Felipe acrescenta ainda que essa infraestrutura irá “facilitar a aprovação de projetos de pesquisa desenvolvidos pela Fundação”. Glauco Carvalho explica que a plataforma começa a funcionar internamente na Fundação, mas futuramente o “serviço será oferecido a outras instituições, ampliando a atuação da plataforma, deixando-a completa para executar qualquer tipo de sequenciamento”.

Diagnóstico

De acordo com Felipe Iani, na análise laboratorial, o diagnóstico é baseado no genoma dos vírus. Como os vírus são mutantes, se a área do genoma sofre alguma mutação no ponto de detecção, o diagnóstico para de funcionar. “Isso aconteceu com o vírus influenza no ano passado. Tivemos vários diagnósticos inconclusivos, que só puderam ser detectados em um laboratório de referência nos Estados Unidos (CDC Atlanta). Com a nova plataforma, estes exames podem ser realizados na própria Funed”, conta.

Além do diagnóstico laboratorial, as vacinas também são desenvolvidas a partir de estudos do genoma e de proteínas. “Se ao realizar a vigilância epidemiológica for verificado algum vírus com muitas mutações em uma região na qual a vacina foi baseada, é um grande indicativo de que ela pode parar de funcionar e deve ser atualizada. Por meio do genoma ainda é possível analisar quando e por onde o vírus entrou, observando a semelhança genética. No caso do zika, percebeu-se que o vírus entrou no Brasil em 2013 e não em 2014, como se pensava. Com o sequenciamento, compara-se a similaridade dos vírus de outros estados e países e então é possível inferir por qual região os vírus estão entrando e para onde eles estão indo”, observa Felipe.

No caso da vigilância bacteriana, o sequenciador permite identificar, por exemplo, bactérias resistentes aos antibióticos. Para Felipe, essa plataforma “é um ganho para a Funed, pois é uma tecnologia de ponta em pesquisas e diagnóstico de alta complexidade, o que há de mais novo o mercado, sendo de fundamental importância para todas as áreas da Funed”, ressalta.

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Conferência Internacional de Energias Inteligentes começa na quarta-feira (18)


Ainda dá tempo de realizar a inscrição para participar da 4ª Conferência Internacional de Energias Inteligentes – Smart Energy (CIEI&EXPO 2017), que começa nesta quarta-feira (18). O evento, promovido pelo Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar),  vai  apresentar as principais novidades do setor e ampliar o debate sobre a importância das energias sustentáveis no Brasil e no mundo.

A CIEI&EXPO2017 espera receber empresários, gestores públicos, membros de agências e entidades de governo, fabricantes, fornecedores, instaladores, consultores, professores, pesquisadores, estudantes e consumidores.

A novidade desta edição são os espaços segmentados chamados de “Ilhas Temáticas”, divididas em setor empresarial, academia e instituições públicas. Cada Ilha Temática vai apresentar tendências e inovações das áreas de redes inteligentes e energias renováveis.
Já a proposta do espaço de exposição é proporcionar a aproximação entre fabricantes, prestadores de serviços e consumidores. Outras atrações desta edição são a rodada de negócio com foco empresarial, a Feira de Ciências, voltada ao público jovem, e a apresentação de trabalhos técnicos desenvolvidos por universitários e pesquisadores de uma forma geral.

A conferência é promovida pelo Tecpar e pela Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, organizada pela Paraná Metrologia e conta com o apoio dos Institutos Lactec e da Universidade Livre do Meio Ambiente (Unilivre).
O evento será de 18 a 20 de outubro, das 8h às 21h, no Espaço de Exposições Horácio Coimbra, na Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep). As inscrições podem ser feitas pelo site smartenergy.org.br/2017.

Smart Energy Paraná
O Tecpar promove a secretaria executiva do programa Smart Energy Paraná, que mobiliza as competências que o Estado e a sociedade já têm e busca por novas soluções para desenvolver o setor energético do ponto de vista econômico, ambiental e social no Paraná.
No Smart Energy Paraná, o Tecpar homologa as diferentes tecnologias disponíveis no mercado para apresentar à sociedade as tecnologias já testadas pelo instituto, com geração de dados e capacitação de mão de obra local para atrair investimentos nesta área para o Paraná.

Saiba mais sobre os programa Smart Energy Paraná pelo site smartenergy.org.br/portal.

Serviço
Conferência Internacional de Energias Inteligentes – Smart Energy (CIEI&EXPO 2017)
Data: 18 a 20 de outubro
Local: Espaço de Exposições Horácio Coimbra na Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), na Avenida Comendador Franco, 1341 – Jardim Botânico
Inscrições: Pelo site smartenergy.org.br/2017

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Diretor-presidente do Tecpar debate orçamento de CT&I na Câmara dos Deputados


O diretor-presidente do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), Júlio C. Felix, que também dirige a Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica e Inovação (Abipti), participou nesta terça-feira (10) da Audiência Pública na Comissão de Ciência Tecnologia Inovação e Informática, na Câmara dos Deputados, para debater o orçamento e cortes no setor.

Ele destacou que o papel do investimento público é fundamental para o fortalecimento da Ciência e Tecnologia no país. “Todos os dados disponíveis que temos hoje no mundo demonstram de forma cabal que a fonte mais significativa para o financiamento do sistema de ciência é pública”, afirmou.

Felix foi categórico ao afirmar que não há futuro se o sistema de ciência nacional não se conecta com o sistema nacional de inovação, mediante a expansão e incorporação do conhecimento, a agregação de valor aos produtos e serviços e, por conseguinte, o aumento da competitividade das empresas e melhoria da distribuição de renda e da qualidade de vida da população. “Esses resultados só são alcançados quando se tem políticas públicas consistentes cuidadosamente planejadas, com visão de longo prazo e com financiamento expressivo e sistemático em CT&I”, disse.

Para o presidente do Tecpar, o caminho para a solução desta crise é a utilização dos recursos extra-orçamentários provenientes dos Fundos Setoriais e que estão alocados no Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

Felix destacou também outro importante instrumento do governo para apoio ao setor que é o “Poder de Compra do Estado”. “Nos EUA, o poder de compra é o principal instrumento aplicado com sucesso no fomento das MPEs, com o American Act/33. No Brasil, as compras públicas movimentam cerca de 10% do PIB do país. Dois exemplos de destaque no emprego dessa modalidade foram a aquisições pelo estado dos primeiros aviões da Embraer e a aquisição pelo Ministério da Saúde de medicamentos para compor o coquetel antiaids”, ressaltou.

Conhecimento sem cortes
O debate fez parte de uma grande agenda em defesa do investimento no setor, liderada pelo Movimento “Conhecimento sem Cortes”, que inclui manifestações, reuniões e mobilização nas redes. Ainda na terça-feira foi realizado um Ato Público de entrega de 82 mil assinaturas da petição da Campanha ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia.

Desde o início da campanha "Conhecimento sem cortes", em junho, foram instalados “Tesourômetros" em várias capitais do país, que atualizam, minuto a minuto, o valor dos cortes em ciência, tecnologia e educação.


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Quinta fase do Capacita Paraná EaD tem inscrições até o dia 16


O Capacita Paraná EaD, programa do Governo do Estado de capacitação de servidores municipais, promovido pelo Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) e o Paranacidade, está com inscrições abertas para a quinta fase do projeto, que seguem abertas até o dia 16 de outubro. Até a quarta fase, já foram capacitados mais de 3.200 servidores.

Nesta quinta fase do programa 15 cursos totalmente online, com temas voltados à gestão pública, estão disponíveis para as prefeituras paranaenses. Os cursos têm carga horária de 20 horas/aula e 40 dias para sua realização.

As inscrições podem ser feitas no site prefeituras.tecpareducacao.com.br, na aba “Cursos”, ou por meio dos telefones (41) 3316-3142 e (41) 2104-3356. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail educacao@tecpar.br.

O custo unitário dos cursos, por inscrição, é de R$ 159, porém os valores podem baixar de acordo com a quantidade de interessados por município. De uma a 50 inscrições, o valor é de R$ 159; de 51 a até 150 inscrições, R$ 149; de 151 a até 250, R$ 139; de 251 a até 500, R$ 129; e acima de 501 inscrições, o valor é sob consulta.

Cursos
Serão ofertados 15 cursos: Auditoria Pública; Burocracia e Gestão da Política Pública no Brasil; Contabilidade Pública; Elaboração de Atos Normativos; Elaboração de Relatório e Parecer; Ética da Administração Pública; Gestão de Contratos Públicos; Gestão de Projetos no Setor Público; Gestão Estratégica de Pessoas no Setor Público; Interpretação e Produção de Texto; Licitação, Contratos e Convênios; Planejamento, Orçamento Público e Lei de Responsabilidade Fiscal; Português com Ênfase no Acordo Ortográfico; Qualidade no Atendimento ao Público; e Redação Oficial.

Serviço
Inscrições para a quarta fase dos cursos do Capacita Paraná EaD.
Data: Até 16 de outubro
Inscrições: Pelo site prefeituras.tecpareducacao.com.br ou por meio dos telefones (41) 3316-3142 e (41) 2104-3356

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Tecpar formaliza comodato de laboratório de produção de medicamentos em Ponta Grossa


O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) assinou, junto à Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), o termo de comodato do Laboratório de Produção de Medicamentos (Lapmed), campus do instituto voltado ao desenvolvimento de pesquisas e produção de medicamentos sintéticos, localizado no campus Uvaranas da UEPG.

O termo de comodato de uma área de 10 mil metros quadrados (área construída de 1.608 m²), no Campus de Uvaranas, foi assinado, na última sexta-feira (6), em solenidade realizada na Reitoria da UEPG, com a presença do secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Calos Gomes; do reitor, Carlos Luciano Sant’Ana Vargas; do diretor-presidente do Tecpar, Júlio C. Felix; e de pesquisadores do Tecpar e da universidade.

O Laboratório de Produção de Medicamentos irá produzir medicamentos sintéticos para suprimento de demandas do Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com o presidente do Tecpar, esta é a segunda fase de um projeto iniciado em 2014. Na primeira fase foram investidos R$ 300 mil na elaboração de um projeto executivo de reforma no prédio do Lapmed e adequações para atender às normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “Agora partimos para a execução do plano”, diz Felix.

Segundo Felix, com o Campus do Tecpar na UEPG, o Tecpar passa a contar com três unidades de produção de medicamentos. No Campus da Cidade Industrial de Curitiba (CIC), produz imunológicos (vacinas); no campus de Maringá, produzirá medicamentos biotecnológicos; e no Campus Ponta Grossa, medicamentos sintéticos.

A utilização do espaço no Campus Ponta Grossa, inicialmente, se dará com atividades de importação e distribuição de medicamentos, com um laboratório de controle da qualidade e de garantia da qualidade. Na sequência será implantada uma fábrica completa para a produção de medicamentos em pequenos volumes, mas com significativo valor agregado.

Sobre a efetivação do Campus Tecpar na UEPG, o reitor da universidade ressalta que se consolida mais uma etapa do processo iniciado em 2014. “Trata-se de um espaço que vai beneficiar pesquisadores e acadêmicos da graduação e da pós-graduação, com um novo campo de atuação, além da produção de medicamentos”, comenta o reitor.

O secretário João Carlos Gomes destaca o grande benefício para Ponta Grossa e região, com a implantação do Campus do Tecpar na UEPG. “É uma conquista para a UEPG, para a área da saúde, mas sobretudo para a cidade”, disse, ressaltando que em breve Ponta Grossa será referência no país, na produção de medicamentos com o selo do Tecpar, instituição reconhecidamente de excelência nessa área.

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Programa Ciência em Movimento estará na PUC-Minas neste sábado



Para comemorar o Dia dos Animais, o Programa Ciência em Movimento estará amanhã, dia 07/10, no Museu de Ciências Naturais da PUC-Minas. Das 9h30 às 11h30, os presentes poderão conferir a Exposição de serpentes e ainda participar da Oficina de serpentes – as atividades são feitas com réplicas dos animais.

O Programa foi criado em 2012, pela Funed, com o objetivo de difundir e popularizar a ciência por todo o estado. O caminhão e outras estruturas do Programa levam conhecimento científico e tecnológico, através de linguagem lúdica e popular, estabelecendo uma relação de diálogo entre os pesquisadores e a sociedade e entre ciência, saúde e cultura.

A importância das serpentes

Muitas vezes as pessoas percebem as serpentes como animais feios e ameaçadores, mas a ideia do programa é contribuir para a mudança dessa percepção. A Funed conta com 30 espécies de serpente e a maioria delas é criada em cativeiro com a finalidade de produção de veneno usado na produção de soros antipeçonhentos e na realização de pesquisas científicas. Na Fundação é feito todo um trabalho em cativeiro que envolve pesquisa, formas de manusear, de alimentar e de esclarecer dúvidas sobre esses animais.

Participe!

Dia 07/10/2017, das 9h30 às 13h30 – Evento: Dia Mundial dos Animais
Local: Museu de Ciências Naturais PUC-Minas
Endereço: Av. Dom José Gaspar, 290 – bairro Coração Eucarístico – BH – MG


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Armadilhas de ovos do mosquito Aedes serão distribuídas pela SES para as regionais



A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES), por meio das diretrizes definidas pelo Ministério da Saúde a respeito das práticas de controle das epidemias de dengue, zika e chikungunya, está desenvolvendo o programa de distribuição de Ovitrampas para as regionais de saúde dos municípios de Minas Gerais.

O Laboratório de Entomologia da Secretaria de Estado de Saúde, que funciona dentro da Fundação Ezequiel Dias, está produzindo um material audiovisual que em breve estará disponível. O vídeo tutorial ilustra os procedimentos de instalação e uso das ovitrampas destinadas aos municípios e que serão utilizadas pelos agentes de saúde das regionais.

O laboratório da SES opera dentro da Funed no controle e verificação de doenças endêmicas como leishmaniose, febre maculosa, doença de Chagas, dengue, dentre outras. A particularidade dessas doenças está nos vetores como responsáveis pela propagação epidêmica por meio de algumas espécies de insetos, o objeto de estudo da entomologia. Além disso, Otaviano Madureira, do laboratório de Entomologia, destaca que o trabalho do laboratório também envolve o auxílio nos testes de eficácia para o desenvolvimento de novos inseticidas.

O programa de distribuição compreendido dentro das diretrizes nacionais do Ministério da Saúde prevê o contato direto com a população. Depois de realizada a distribuição nas regionais, as Ovitrampas serão direcionadas pelos agentes de saúde às residências e estabelecimentos privados dos municípios de Minas incluídos no programa.

Controle vetorial

A Ovitrampa é um dispositivo capaz de ajudar no controle vetorial, uma ferramenta muito importante já utilizada em alguns lugares do país e em alguns municípios de Minas. “É uma armadilha de oviposição do gênero Aedes, e tem como fator primordial evidenciar a amostragem do índice de infestação do Aedes, sendo um recurso de baixo custo e de grande eficácia no programa de controle” afirma Giovani Pontel do laboratório de Entomologia.

A partir da Ovitrampa é possível detectar a infestação do mosquito nas regiões durante praticamente o ano todo. A técnica permite providenciar um controle mais direcionado para determinas áreas de foco do Aedes, devido a identificação dos níveis de incidência do mosquito apontados pelo número de ovos acumulados pela ovitrampa, durante determinado período de tempo.

Os métodos de atuação são estabelecidos para cada processo de estágio de vida do mosquito Aedes aegypti, dividido em quatro fases, começando pelo ovo, depois larva, passando para a pupa e finalmente atingindo o estágio final, o mosquito. A ovitrampa funciona no controle epidemiológico do primeiro estágio do ciclo de transmissão da dengue, sendo um recurso capaz de tomar medidas a partir de dados coletados.

Dessa forma, a ovitrampa funciona como uma suporte eficiente para a prevenção epidemiológica a partir do seu raio de atuação em determinadas regiões, e é focada nas práticas de controle do vetor, antes de o inseto se tonar de fato um agente transmissor de doenças. Essa ferramenta é fundamental para garantir certa previsibilidade no tocante às ações de vigilância epidemiológica no combate à dengue.

Faça sua parte

Mesmo com o método de controle vetorial, proporcionado pela ovitrampa, Viviane Carneiro, referência técnica na SES pelo Programa Estadual de Controle das Doenças Transmitidas pelo Aedes, destaca o compromisso que as pessoas precisam manter na própria casa em relação aos métodos de controle ambiental.

“É necessário que o cidadão faça a sua parte prezando pelos hábitos capazes de neutralizar os principais focos de infestação do mosquito da dengue, como vedar devidamente as caixas d’água, fazer a limpeza correta das calhas de casa, trocar a água dos vasos de plantas, eliminando assim os criadouros das larvas do inseto, além também do controle químico, quando utilizamos o inseticida”, destaca Viviane.

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Saiba como é determinada a validade de um medicamento



É comum ouvirmos dizer que não se deve utilizar qualquer medicamento fora do prazo de validade. Este alerta é verdadeiro e é fundamental entender que apenas durante o período de validade – intervalo em que o fabricante garante a segurança e a eficácia do produto – é permitido consumi-lo. O uso fora deste período pode trazer riscos à saúde do paciente.

Mas como se determina o prazo de validade de um medicamento? Quais são os critérios observados? Para garantir a segurança do consumidor, existe uma etapa de desenvolvimento do medicamento que assegura a qualidade do produto chamado estudo de estabilidade. Esse estudo prevê, determina e acompanha o prazo de validade, estabelecendo até quando o paciente poderá fazer uso do medicamento. Na Fundação Ezequiel Dias (Funed), estes estudos são realizados na Divisão de Desenvolvimento de Medicamentos, da Diretoria Industrial.

Como funciona

Durante o desenvolvimento de um medicamento, depois que se determina a fórmula final do produto, o estudo de estabilidade é realizado nos lotes iniciais, chamados “Lotes Pilotos Industriais”, produzidos nas mesmas condições propostas para os futuros lotes comerciais. Os relatórios de estudo de estabilidade, são avaliados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), como exigência para a concessão do registro de um medicamento. No Brasil, o estudo de estabilidade é considerado obrigatório de acordo com as Resoluções RDC nº 17 e nº 60, e Resolução RE nº 01, que normatizam estes estudos.

Da mesma forma, quando são feitas alterações em um medicamento já registrado, o relatório de estudo de estabilidade é requerido para que a Anvisa autorize a mudança. Ainda assim, periodicamente, devem ser realizados novos estudos para acompanhamento, como forma a comprovar que o medicamento mantém a qualidade desejada durante o prazo de validade proposto. De acordo com o chefe do Serviço de Desenvolvimento Analítico e Estudo de Estabilidade da Funed, Leonardo Freitas, com controle rigoroso, o produto é estudado ao longo de anos para conhecer seu comportamento e determinar por qual período poderá ser utilizado pelos pacientes, mantendo a segurança e a eficácia do tratamento.

Para realizar o estudo de estabilidade, as amostras do medicamento, acondicionadas em sua embalagem primária (blíster, frasco, envelope etc), são armazenadas em condições de temperatura e umidade controladas, previstas na legislação e que simulam as condições ambientais em que o medicamento poderá ser exposto durante sua vida útil. Periodicamente, as amostras são avaliadas por meio de ensaios analíticos e devem atender aos critérios de aceitação. Tudo isso está previsto em protocolos específicos de estudos de estabilidade.

A legislação sanitária prevê estudos de estabilidade acelerado e de longa duração. Normalmente, o estudo acelerado é conduzido por um período de seis meses, enquanto o estudo de longa duração é guiado pelo período equivalente ao prazo de validade, como por exemplo, 24 meses. Os resultados do estudo de estabilidade acelerado, associados aos resultados preliminares do estudo de longa duração, permitem avaliar alterações nos parâmetros de qualidade do medicamento.

De acordo com Leonardo Freitas, para garantir a legalidade da análise, o fabricante do medicamento deve utilizar no estudo de estabilidade, métodos chamados “Indicativos de Estabilidade”, que devem ser capazes de testar além do princípio ativo, as impurezas e outras substâncias indesejadas que possam surgir ao longo do período de validade.

Fatores ambientais

A estabilidade de medicamentos depende de fatores ambientais como temperatura, umidade e luz, além de propriedades físicas e químicas. As condições ambientais simuladas devem refletir as condições climáticas do país onde o medicamento será distribuído. No Brasil, por exemplo, a temperatura utilizada é de 30°C, associada à umidade relativa de 75%, no caso de medicamentos que devem ser armazenados sob temperatura ambiente ou de 40°C e 75% de umidade, em estudo de estabilidade acelerado.

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Tecpar apresenta novos projetos para medicamentos de câncer e doenças raras



O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) realizou a defesa oral no Ministério da Saúde, nesta terça-feira (26), de sete novas propostas de Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDP) para fornecer novos produtos para o Sistema Único de Saúde (SUS), em resposta à Portaria 704/17. Dos sete projetos, quatro são de biológicos e três de medicamentos sintéticos.

Dentro do Complexo Econômico Industrial da Saúde, o Tecpar já tem projetos para fornecer seis medicamentos biológicos estratégicos para o SUS, até então importados: Trastuzumabe, Infliximabe, Rituximabe, Adalimumabe, Bevacizumabe e Etarnecepte – os medicamentos são usados no tratamento de diversos tipos de câncer e para artrite reumatoide, constituindo a plataforma tecnológica de produtos monoclonais do Tecpar.

Agora, dos novos produtos, em três o Tecpar defendeu propostas sem concorrentes: o Imiglucerase, para tratamento de Doença de Gaucher, doença genética rara; o Betagalsidase, para o tratamento de Doença de Fabry, distúrbio hereditário raro; e um projeto de hemoderivados, para fornecer produtos usados para o tratamento de hemofilia, com o Concentrado de Fator de Coagulação (Fatores I, IX, VII recombinante, VIII associado a Fator de Willebrand, VIII plasmático e XIII).

Nos demais produtos, o Tecpar concorre com outros laboratórios públicos nacionais: o Erlotinibe, para o tratamento de câncer de pulmão; o Everolimo, usado em transplante renal; o Lenalidomida, para o tratamento de mieloma múltiplo; e ainda uma fatia de 20% do medicamento usado no tratamento do câncer Adalimumabe, do qual o instituto já apresentou proposta e foi selecionado para 30% do fornecimento.

A defesa dos projetos é uma das etapas do processo da política de PDP, que visa fortalecer a indústria de medicamentos brasileira e estimular a produção no Brasil de medicamentos distribuídos no SUS. “Realizamos uma apresentação técnica ao Ministério da Saúde, mostrando como se dará a parceria entre o Tecpar e a parceira privada e ainda como será a transferência de tecnologia, um dos requisitos dos projetos”, salienta Júlio C. Felix, diretor-presidente do Tecpar.

O resultado dessa etapa do processo de concorrência deve sair no dia 10 de outubro, durante a reunião do Grupo Executivo do Complexo Industrial da Saúde (Gecis).

Novos produtos
Além das PDP, o Tecpar atende as Encomendas Tecnológicas, ferramenta do Complexo Econômico Industrial da Saúde para realizar atividades de desenvolvimento de produtos que envolvam risco tecnológico ou para a entrada de inovação tecnológica no SUS. Os projetos em estudo são de plataformas viral, de vacina e de biológicos inovadores para o tratamento de câncer (em complementaridade aos demais projetos de biológicos já entregues).

Assessoria de Comunicação
Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar)

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Funed realiza evento gratuito com o tema: Alérgenos em alimentos - regulação e aplicação em saúde pública



No dia 3 de outubro, o Laboratório de Química Bromatológica da Funed e a R-Biopharm realizarão a mesa redonda Alérgenos em alimentos: regulação e aplicação em saúde pública. O evento é voltado a profissionais e estudantes da de ciências da saúde e outros que trabalhem na área regulatória, como farmacêuticos, nutricionistas, engenheiros de alimentos, biomédicos, químicos, áreas afins e outras áreas ligadas a assuntos regulatórios.

De acordo com Cláudia Aparecida de Oliveira e Silva, pesquisadora em Saúde e Tecnologia do Serviço de Química/Laboratório de Química Bromatológica da Fundação, o tema ganhou relevância após intenso processo de participação social que culminou com a publicação da Resolução de Diretoria Colegiada (RDC) da Anvisa nº 26, de 2 de julho de 2015. O documentou regulamentou e definiu os requisitos para rotulagem obrigatória dos principais alimentos que causam alergias alimentares, como leite, soja e castanhas. “A partir dessa RDC, as indústrias passaram a ter a obrigação de informar nos rótulos de seus produtos a presença de fontes reconhecidas por causarem alergias ou intolerâncias alimentares em pessoas sensíveis, tanto para adição intencional quanto para matérias-primas com riscos de contaminação acidental.”, explica Cláudia.

Nesse sentido, a análise fiscal para apuração de irregularidades torna-se um elemento considerado essencial, principalmente em casos de denúncias de consumidores que tiverem reações alérgicas a partir do consumo de produtos sem a declaração no rótulo do alimento que causa alergia. “A Funed vem trabalhando na implementação de metodologias para a detecção de alérgenos em alimentos. O intuito é que tais ensaios passem a ser oferecidos à Vigilância Sanitária e Anvisa, como um dos instrumentos para verificação do atendimento à norma publicada”, complementa a especialista.

A mesa redonda busca disseminar e trocar experiência sobre a análise de alérgenos em alimentos, principalmente em relação aos desafios metodológicos. Na oportunidade, os presentes também poderão conhecer a experiência da Funed após a publicação da RDC 26/2015 e o início do monitoramento.

Serviço

Evento: Alérgenos em alimentos: regulação e aplicação em saúde pública
Data e hora: 03 de outubro, das 13h30 às 17h
Local: Auditório Central – Fundação Ezequiel Dias - Rua Conde Pereira Carneiro, nº 80 – Gameleira
Inscrições gratuitas: quimicabromatologica@funed.mg.gov.br

Será oferecido certificado

Capacita Paraná EaD já capacitou mais de 3,2 mil servidores municipais paranaenses


Mais de 3,2 mil servidores municipais paranaenses já foram capacitados em temas de gestão pública pelo Capacita Paraná EaD, programa do Governo do Estado de capacitação de servidores municipais, promovido pelo Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) e o Paranacidade. O balanço do programa foi apresentado nesta quarta-feira (27) no Tecpar.

O Capacita Paraná EaD tem cursos que vão desde a contabilidade pública até a gestão estratégica de pessoas. As prefeituras podem adquirir de um a 15 cursos e quanto mais servidores forem inscritos, maior o desconto no valor das inscrições.

As prefeituras que mais tiveram servidores capacitados pelo Capacita Paraná EaD foram Piên, Jaguariaíva, Cafelândia, Umuarama e Campo Mourão. Em Almirante Tamandaré, na região metropolitana de Curitiba, 52 servidores da prefeitura participaram do curso e uma nova turma deve começar a capacitação em breve, explica Deise Carvalho, secretária municipal de Administração e Previdência, que participou do curso sobre licitações e contratos públicos.

"Nossa intenção é capacitar nossos funcionários em temas relevantes à gestão do município para que entreguemos serviços cada vez melhores à população. Hoje temos mais de dois mil servidores municipais e pretendemos capacitar todos eles no programa", salientou.

O diretor-presidente do Tecpar, Júlio C. Felix, destacou o objetivo do programa: fortalecer os municípios com uma gestão pública responsável. "Hoje um dos maiores entraves das prefeituras é a má gestão municipal. O Capacita Paraná EaD busca solucionar esse problema, com cursos especialmente voltados à melhoria da gestão pública nas cidades paranaenses”, pontou Felix.

Última turma do ano
As inscrições para a quinta e última turma de 2017 estão abertas até outubro. Nesta quinta fase do programa 15 cursos totalmente online estão disponíveis para as prefeituras paranaenses. Os cursos têm carga horária de 20 horas/aula e 40 dias para sua realização.
Serão ofertados os cursos: Auditoria Pública; Burocracia e Gestão da Política Pública no Brasil; Contabilidade Pública; Elaboração de Atos Normativos; Elaboração de Relatório e Parecer; Ética da Administração Pública; Gestão de Contratos Públicos; Gestão de Projetos no Setor Público; Gestão Estratégica de Pessoas no Setor Público; Interpretação e Produção de Texto; Licitação, Contratos e Convênios; Planejamento, Orçamento Público e Lei de Responsabilidade Fiscal; Português com Ênfase no Acordo Ortográfico; Qualidade no Atendimento ao Público; e Redação Oficial.

O custo unitário dos cursos, por inscrição, é de R$ 159, porém os valores podem baixar de acordo com a quantidade de interessados por município. De uma a 50 inscrições, o valor é de R$ 159; de 51 a até 150 inscrições, R$ 149; de 151 a até 250, R$ 139; de 251 a até 500, R$ 129; e acima de 501 inscrições, o valor é sob consulta.

As inscrições podem ser feitas no site prefeituras.tecpareducacao.com.br, na aba “Cursos”, ou por meio dos telefones (41) 3316-3142 e (41) 2104-3356 até 16 de outubro.

Assessoria de Comunicação 
Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) 
(41) 3316-3007 / (41) 2104-3355

Bahiafarma obtém registro para fabricação de teste rápido para diagnóstico de Febre Amarela



Dispositivo pioneiro desenvolvido pelo laboratório público baiano é capaz de identificar a presença de anticorpos contra o vírus da Febre Amarela

A Bahiafarma obteve o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para fabricação do teste rápido para diagnóstico de Febre Amarela, o primeiro do gênero produzido por um laboratório público no Brasil. O documento foi publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira (25).

Com a autorização, a Bahiafarma passa a ser um dos poucos laboratórios do mundo a fabricar dispositivos de diagnóstico rápido para as principais arboviroses (Dengue, Zika, Febre Chikungunya e Febre Amarela). Além disso, o teste rápido para diagnóstico de Febre Amarela que recebeu a aprovação, denominado Teste Rápido YFV IgG / IgM Bahiafarma, é globalmente pioneiro no diagnóstico de infecções recentes ou tardias da doença.

Com uma pequena quantidade de amostra, o dispositivo é capaz de identificar se o paciente teve contato recente (IgM) ou anterior (IgG) com o vírus da Febre Amarela. O resultado do teste é conhecido em até 20 minutos.

O diretor-presidente da Bahiafarma, Ronaldo Dias, ressalta a importância do desenvolvimento do teste para a saúde pública brasileira. “O diagnóstico rápido da Febre Amarela possibilita que o paciente seja tratado com mais celeridade, ampliando suas possibilidades de cura”, afirma. “O dispositivo também pode ter papel relevante nas estratégias públicas de combate ao avanço da doença, por conseguir mapear em tempo real o surgimento de casos nas diversas regiões do País.”

Portfólio

Com o registro para o teste rápido de diagnóstico da Febre Amarela, a Bahiafarma amplia seu portfólio de ferramentas de diagnóstico. O laboratório público baiano já disponibiliza ao Ministério da Saúde dispositivos para identificação de infecção por Zika, Dengue e Febre Chikungunya, que estão sendo distribuídos para todo o País. Além disso, a Bahiafarma já obteve registros para fabricação de outras soluções diagnósticas, como os testes rápidos para HIV, Sífilis e Leishmaniose.

Bahiafarma

A Fundação Baiana de Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico, Fornecimento e Distribuição de Medicamentos (Bahiafarma) é um laboratório farmacêutico público que tem como objetivo desenvolver e fornecer produtos, serviços e inovação tecnológica para a saúde pública do País. Integra a administração pública indireta do Poder Executivo do Estado da Bahia, vinculada à Secretaria da Saúde do Estado (Sesab). Tem como metas minimizar a dependência do Estado da Bahia da importação de produtos e tecnologia, atuando de forma competitiva e econômica para o Sistema Único de Saúde (SUS).

Fonte: Comunicação Bahiafarma

Mais de dez mil ativos já estão catalogados na plataforma do PTV Paraná


Mais de dez mil ativos tecnológicos já foram cadastrados na plataforma do Parque Tecnológico Virtual do Paraná (PTV Paraná), criado para atrair e fixar empresas de base tecnológica em todo território paranaense. Mais da metade dos registros são de projetos e iniciativas inovadoras realizadas no Estado.

O PTV Paraná centraliza os ativos tecnológicos e processos de negócios em uma plataforma única, reunindo institutos de ciência e tecnologia (ICT), núcleos de inovação tecnológica (NIT), empresas de base tecnológica, incubadoras e parques tecnológicos, centros de promoção de empreendedorismo, entidades prestadoras de serviços tecnológicos, instituições de ensino e pesquisa e mercado.

As universidades estaduais são as que mais cadastraram suas ações inovadoras na plataforma. As regiões Oeste e Sudoeste, cobertas pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), são as que apresentam os melhores resultados – quase um terço de todos os registros no PTV são das cidades das duas regiões.

A pesquisa em novos produtos representa a maioria dos itens catalogados na região, como, por exemplo, o estudo sobre a obtenção de polissacarídeos por fermentação, registrado pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), e o estudo sobre a ação dos processos erosivo e abrasivo em um novo cimento de ionômero de vidro, catalogado pelo Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).

De acordo com o Júlio C. Felix, diretor-presidente do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), instituição responsável pela secretaria executiva do projeto, com a nova plataforma, os empresários paranaenses podem informar suas demandas por soluções tecnológicas e conhecer as instituições mais adequadas para provê-las. "Além de cumprir esse papel, a plataforma tem se mostrado uma grande ferramenta de informação de Ciência, Tecnologia e Inovação no Paraná", salienta.

Todos os mais de dez mil ativos, como produtos e registros de propriedade intelectual, podem ser conhecidos por meio da plataforma. Para isso, é necessário fazer o cadastro no site ptvparana.com.

Catálogo de inovação
Com a ferramenta, a sociedade paranaense pode conhecer os ativos tecnológicos do Estado, catalogados em sete categorias: Pessoas, Organizações, Programas e Incentivos, Projetos e Iniciativas, Produtos, Propriedade Intelectual e Serviços. O PTV também abre espaço para fóruns e para atualização de calendário de eventos.

Mais que um catálogo de organizações e de iniciativas inovadoras, a plataforma do PTV Paraná é uma ferramenta de gestão, reunindo uma lista de cadastro e um mapa de calor, que apresenta a distribuição dos ativos no Estado, orientando o acesso pelas empresas aos produtos e serviços tecnológicos e na tomada de decisão.


Assessoria de Comunicação
Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar)
(41) 3316-3007 / (41) 2104-3355